No encontro de parlamentares com técnicos do alto escalão da Caixa Econômica Federal, em Brasília, o deputado federal Assis Carvalho (PT/PI) sugeriu que seja facilitada a inserção das famílias nos programas federais de moradia com a revisão dos procedimentos para o acesso dos cidadãos aos investimentos, mais informações sobre o ingresso e contratação de mais bancários para atender à demanda.
Segundo o parlamentar, o PNHR é o grande desafio. “Para o Nordeste e para o Piauí, a habitação rural é o principal. Precisamos garantir qualidade de vida no campo para que a população não deixe a área rural para morar na cidade, pois o custo social é muito mais elevado”, destacou.
Os parlamentares assistiram a uma apresentação sobre o Programa Minha Casa Minha Vida, realizada pelo vice-presidente da área de governo da Caixa Econômica Federal, José Urbano Duarte. A palestra abordou questões como a quantidade de obras e entregas, os municípios enquadrados, a seleção de beneficiários, dentre outros.
Um dos pontos da apresentação foi o Trabalho Técnico Social e os Recursos FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) das operações com mais de 50% de obra. “No Minha Casa Minha Vida 2, temos R$ 114.062.580,00 disponíveis, R$ 22.200.495,00 contratados a desembolsar e R$ 29.857,00 desembolsados”, explicou Urbano.
Urbano também mostrou um gráfico que aponta a existência de R$ 126 milhões disponíveis para mobilização social sobre PNHR (Programa Nacional de Habitação Rural) que os municípios não utilizam. O deputado disse que isso indica que é necessária uma revisão da política interna da Caixa com relação à melhoria do processo de divulgação e à forma de acesso.
Assis elogiou o Minha Casa Minha Vida, como um dos melhores programas do Governo, e destacou a equipe do Piauí, ressaltando o trabalho dos dois últimos superintendentes - Herbert Buenos Aires e Emanuel Bonfim Veloso Filho - e da equipe da Gerência de Desenvolvimento Urbano (GIDUR) para dar conta das demandas.
Porém, disse que é necessário ampliar o quadro de funcionários, pois, enquanto a Caixa cobra metas para construir mais casas, as comunidades não conseguem ser atendidas porque a mão de obra é insuficiente para o tamanho da procura.
Ele falou também sobre as dificuldades das entidades comunitárias para acessarem o PNHR, por conta das constantes alterações em procedimentos, que obrigam os grupos a refazerem todo o processo, atrasando o andamento dos projetos. “Sugiro que, quando houver mudanças, seja considerado o procedimento anterior por um período de transição”, propôs o deputado.
O deputado, que é bancário da Caixa há 32 anos, sugeriu também o aperfeiçoamento da divulgação dos projetos e papel social do banco, que é o maior operador de políticas públicas do Brasil, com resultados excelentes como os do Programa Minha Casa Minha Vida, o maior do mundo em sua área.
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Segundo o parlamentar, o PNHR é o grande desafio. “Para o Nordeste e para o Piauí, a habitação rural é o principal. Precisamos garantir qualidade de vida no campo para que a população não deixe a área rural para morar na cidade, pois o custo social é muito mais elevado”, destacou.
Imagem: Reprodução
Encontro com técnicos da Caixa
Encontro com técnicos da CaixaOs parlamentares assistiram a uma apresentação sobre o Programa Minha Casa Minha Vida, realizada pelo vice-presidente da área de governo da Caixa Econômica Federal, José Urbano Duarte. A palestra abordou questões como a quantidade de obras e entregas, os municípios enquadrados, a seleção de beneficiários, dentre outros.
Um dos pontos da apresentação foi o Trabalho Técnico Social e os Recursos FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) das operações com mais de 50% de obra. “No Minha Casa Minha Vida 2, temos R$ 114.062.580,00 disponíveis, R$ 22.200.495,00 contratados a desembolsar e R$ 29.857,00 desembolsados”, explicou Urbano.
Urbano também mostrou um gráfico que aponta a existência de R$ 126 milhões disponíveis para mobilização social sobre PNHR (Programa Nacional de Habitação Rural) que os municípios não utilizam. O deputado disse que isso indica que é necessária uma revisão da política interna da Caixa com relação à melhoria do processo de divulgação e à forma de acesso.
Assis elogiou o Minha Casa Minha Vida, como um dos melhores programas do Governo, e destacou a equipe do Piauí, ressaltando o trabalho dos dois últimos superintendentes - Herbert Buenos Aires e Emanuel Bonfim Veloso Filho - e da equipe da Gerência de Desenvolvimento Urbano (GIDUR) para dar conta das demandas.
Porém, disse que é necessário ampliar o quadro de funcionários, pois, enquanto a Caixa cobra metas para construir mais casas, as comunidades não conseguem ser atendidas porque a mão de obra é insuficiente para o tamanho da procura.
Ele falou também sobre as dificuldades das entidades comunitárias para acessarem o PNHR, por conta das constantes alterações em procedimentos, que obrigam os grupos a refazerem todo o processo, atrasando o andamento dos projetos. “Sugiro que, quando houver mudanças, seja considerado o procedimento anterior por um período de transição”, propôs o deputado.
O deputado, que é bancário da Caixa há 32 anos, sugeriu também o aperfeiçoamento da divulgação dos projetos e papel social do banco, que é o maior operador de políticas públicas do Brasil, com resultados excelentes como os do Programa Minha Casa Minha Vida, o maior do mundo em sua área.
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