Pela primeira vez, o engenheiro responsável pela construção da barragem Algodões I, em Cocal no Piauí, falou sobre o rompimento e a tragédia acontecida no ano passado. Segundo ele, houve falta de ações do Poder público.
Luiz Hernani de Carvalho afirma que estava sendo acusado injustamente. Segundo ele, a barragem estava sem manutenção há dez anos. No entanto, constava em seus relatórios técnicos os avisos sobre a estrutura precária de Algodões.
"Durante um ano fiquei calado sobre Cocal. Eu fui engenheiro, e todo mundo sabe, o único que teve coragem de tentar salvar uma obra que há dez anos, através de relatórios técnicos, venho entregando ao governo e dizendo: se não for tomada providencia sobre a barragem Algodões I, ela vai entrara em colapso - e foi o que aconteceu. Esses relatórios estão registrados com o Governo. Ele deve ter tomado providências. E essas providências não vieram em tempo", disse.
O engenheiro ainda afirmou que desconhece a empresa que consta no contrato divulgado na época do acidente e foi acusado injustamente. "Jogaram meu nome da maneira mais ridícula possível, dizendo que eu fui contratado e saiu na imprensa até um contrato com uma firma que não sei nem quem é. Depois foi que o governo admitiu que nunca fui contratado pra coisa nenhuma", apontou. "Eu me considero uma vítima daquilo", completou o Luis Hernani.
Luiz Hernani de Carvalho afirma que estava sendo acusado injustamente. Segundo ele, a barragem estava sem manutenção há dez anos. No entanto, constava em seus relatórios técnicos os avisos sobre a estrutura precária de Algodões.
"Durante um ano fiquei calado sobre Cocal. Eu fui engenheiro, e todo mundo sabe, o único que teve coragem de tentar salvar uma obra que há dez anos, através de relatórios técnicos, venho entregando ao governo e dizendo: se não for tomada providencia sobre a barragem Algodões I, ela vai entrara em colapso - e foi o que aconteceu. Esses relatórios estão registrados com o Governo. Ele deve ter tomado providências. E essas providências não vieram em tempo", disse.
O engenheiro ainda afirmou que desconhece a empresa que consta no contrato divulgado na época do acidente e foi acusado injustamente. "Jogaram meu nome da maneira mais ridícula possível, dizendo que eu fui contratado e saiu na imprensa até um contrato com uma firma que não sei nem quem é. Depois foi que o governo admitiu que nunca fui contratado pra coisa nenhuma", apontou. "Eu me considero uma vítima daquilo", completou o Luis Hernani.

Ver todos os comentários | 0 |