Piauí - Teresina

Foliões do bloquinho da Pink podem procurar Ministério Público

Os participantes do evento podem procurar o Ministério Público até o dia 31 de julho, a fim de que sejam colhidas suas declarações.

BRUNA DIAS

- atualizado

Os consumidores que se sentiram lesados no “Bloquinho da Pink”, evento pré-carnavalesco realizado em fevereiro deste ano em Teresina, podem procurar o Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), até o dia 31 de julho de 2017, a fim de que sejam colhidas suas declarações, assim como os elementos comprobatórios das mesmas.

Além de se dirigirem a sede das promotorias e procuradorias de Justiça, localizada na avenida Lindolfo Monteiro, bairro de Fátima, zona leste da Capital, os participantes do evento também podem entrar em contato com a ouvidoria por meio do número 127 ou pelo email ouvidoria@mp.mppi.br.

  • Foto: Instagram/PinktheBloquinho da Pink em TeresinaBloquinho da Pink em Teresina

Entenda o caso

A promotora de Justiça Gladys Sousa, com atuação na defesa do consumidor, instaurou procedimento preparatório de inquérito civil público para apurar possíveis prejuízos sofridos por consumidores que participaram do “Bloquinho da Pink”, realizado pela casa de shows Pink Elephant, atualmente Alludra, no dia 05 de fevereiro.

O objetivo da investigação, segundo o MP, é apurar as falhas na prestação dos serviços ofertados pela organização da festa. Para abrir o procedimento a promotora considerou notícias veiculas na imprensa local sobre o fato, além de receber reclamações de consumidores.

Foliões que estavam na festa criticaram a organização do evento, afirmando que havia pessoas que não pagaram por abadá e alegando falta de bebidas para quem estava dentro do bloco, entre outros problemas. Além disso, outro fato também foi registrado no dia da realização do bloco carnavalesco: um homem foi preso acusado de estuprar uma mulher durante o percurso do evento.


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