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17/08/2012 - 13h07
Greve
'Governo não pode ser chantageado', afirma Luís Inácio Adams
Advogado-geral da União afirma que a presidente reconhece o direito dos grevistas mas não vai aceitar "propostas descabidas".
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou nesta sexta-feira que algumas categorias do funcionalismo público em greve pretendem "chantagear" o governo com propostas inviáveis no atual cenário econômico. Adams disse que a presidente Dilma Rousseff respeita o direito de greve, mas não vai tolerar abusos: "O que não pode é o governo, em face de propostas descabidas, ser chantageado e submetido a uma posição de prostração", afirmou.
O ministro, que participou da posse de procuradores federais na manhã desta sexta-feira, declarou que a liminar obtida nesta quinta pela Advocacia-Geral da União (AGU) contra a greve dos policiais federais é consequência dos excessos dos grevistas – que fizeram uma operação-padrão em aeroportos e dificultaram o embarque de passageiros. "A operação-padrão é um exercício ilegal", afirmou. "A população não pode ser penalizada".
Ainda segundo Adams, algumas categorias têm apresentado propostas irreais, que impedem um acordo com o governo. "Tem propostas de aumentos superiores ao teto do funcionalismo público". O governo tem mantido nos últimos dias negociações com representantes das categorias em greve. Um dos principais grupos de pressão é o dos professores de universidades federais, parados há três meses.
O ministro, que participou da posse de procuradores federais na manhã desta sexta-feira, declarou que a liminar obtida nesta quinta pela Advocacia-Geral da União (AGU) contra a greve dos policiais federais é consequência dos excessos dos grevistas – que fizeram uma operação-padrão em aeroportos e dificultaram o embarque de passageiros. "A operação-padrão é um exercício ilegal", afirmou. "A população não pode ser penalizada".
Ainda segundo Adams, algumas categorias têm apresentado propostas irreais, que impedem um acordo com o governo. "Tem propostas de aumentos superiores ao teto do funcionalismo público". O governo tem mantido nos últimos dias negociações com representantes das categorias em greve. Um dos principais grupos de pressão é o dos professores de universidades federais, parados há três meses.
Imagem: Dedoc
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams Fonte: Revista Veja
Keywords: governo, greve, propostas, luís inácio adams, advogado-geral da união
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