Piauí - Teresina

Hemopi enfrenta dificuldade para garantir estoque de sangue

O diretor do HEMOPI pede a população piauiense que todos se solidarizem e vá visitar os hemocentros e façam doações.

THAIS SOUZA

- atualizado
  • Foto: Marcelo CardosoDiretor do Hemopi, Jurandir MartinsDiretor do Hemopi, Jurandir Martins

O Piauí tem quase 200 mil pessoas cadastradas como doadoras de sangue, mas mesmo assim o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi) enfrenta dificuldades para manter o estoque de bolsas e garantir o atendimento à população.

De acordo com o diretor do Hemopi Jurandir Martins, no mês de janeiro os hemocentros tanto de Teresina, como das cidades de Picos, Parnaíba e Floriano, estão necessitando de bolsas de sangue. “Nesse mês de janeiro, devido as férias escolares, recessos e viagens, há uma tendência natural de diminuir o volume de doações. Agora mesmo, no início de janeiro, nós estamos com muitas dificuldades para manter o nosso estoque sanguíneo. Nós do HEMOPI clamamos para a população piauiense que todos se solidarizem, visitem o HEMOPI, para promover esse grande ato de cidadania e solidariedade, que é a doação de sangue, que é algo prazeroso na vida”, disse.

Conforme Jurandir Martins, após a doação, o sangue passa por um rigoroso controle de qualidade. “A pessoa precisa estar entre 18 a 69 anos, pesar acima de 50kg, estar saudável, alimentado, e com documento com foto. O sangue vai passar por um rigoroso controle de qualidade, se estiver apto para a doação, você poderá salvar até quatro vidas, e você como doador poderá ter contribuído para o restabelecimento da saúde daqueles pacientes que estão enfermos em hospitais, ou que estejam fazendo esses tratamentos de doenças sanguíneas”, finalizou Jurandir.

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