O Inquérito nº 2625, do Supremo Tribunal Federal, que investiga o senador Wellington Dias, o deputado federal Nazareno Fonteles e o deputado estadual Gessivaldo Isaías, foi redistribuído em 19 de dezembro à Ministra Rosa Weber, recém nomeada pela presidente Dilma após aprovação do Senado Federal.
Segundo o Jornal do Senado, Wellington Dias foi um dos defensores da indicação e se manifestou favorável a aprovação do nome de Rosa Weber na sessão de 13 de dezembro que aprovou a indicação.
A redistribuição ocorreu de acordo com artigo 38 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, que prevê a substituição do relator pelo ministro nomeado para a sua vaga em caso de aposentadoria, renúncia ou morte.
O inquérito é oriundo de Mato Grosso, possui 04 volumes e 04 apensos no total de 917 páginas. Pesa sobre o senador a acusação de corrupção ativa e formação de quadrilha ou bando. O inquérito tramita em segredo de justiça.
Wellington Dias, Nazareno Fonteles e Gessivaldo Isaías são acusados do crime de corrupção ativa, que segundo o Código Penal Brasileiro, consiste no ato de oferecer (esse oferecimento pode ser praticado das mais variadas formas) vantagem, qualquer tipo de benefício ou satisfação de vontade, que venha a afetar a moralidade da Administração Pública. A pena prevista é de 2 a 12 anos de reclusão e multa.
O inquérito está na Procuradoria Geral da República para vista desde 04 de novembro de 2010, distribuído à Subprocuradora da República, Cláudia Sampaio Marques.
Segundo o Jornal do Senado, Wellington Dias foi um dos defensores da indicação e se manifestou favorável a aprovação do nome de Rosa Weber na sessão de 13 de dezembro que aprovou a indicação.
A redistribuição ocorreu de acordo com artigo 38 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, que prevê a substituição do relator pelo ministro nomeado para a sua vaga em caso de aposentadoria, renúncia ou morte.
O inquérito é oriundo de Mato Grosso, possui 04 volumes e 04 apensos no total de 917 páginas. Pesa sobre o senador a acusação de corrupção ativa e formação de quadrilha ou bando. O inquérito tramita em segredo de justiça.
Wellington Dias, Nazareno Fonteles e Gessivaldo Isaías são acusados do crime de corrupção ativa, que segundo o Código Penal Brasileiro, consiste no ato de oferecer (esse oferecimento pode ser praticado das mais variadas formas) vantagem, qualquer tipo de benefício ou satisfação de vontade, que venha a afetar a moralidade da Administração Pública. A pena prevista é de 2 a 12 anos de reclusão e multa.
O inquérito está na Procuradoria Geral da República para vista desde 04 de novembro de 2010, distribuído à Subprocuradora da República, Cláudia Sampaio Marques.
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