O juiz de direito Manoel de Brito Aragão, da Comarca de Parnaíba-PI, por volta das 5h52min desta quarta-feira (10), em um comentário numa matéria publica ontem (9) pelo Portal GP1 em que a empresária Doralice dos Santos Lima teria lhe denunciado ao Tribunal de Justiça do Piauí, declarou que a reclamação foi feita porque ele julgou um processo que envolve a Empresa São Francisco, da referida empresária Doralice, e não teria engavetado como muitos fazem numa total lentidão.
“Quanto à reclamação da Empresa São Francisco, da senhora Doralice dos Santos Lima, todos os processos existentes estão julgados e em grau de recurso, se houve erro na condução dos atos processuais ou acertos, estes deverão ser corrigidos ou confirmados pelo Tribunal de Justiça do Piauí. A reclamação foi feita em face do andamento do processo ter prejudicado a parte reclamante, porém, a própria Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) já resolveu este caso administrativamente. No caso vertente como em outros, este juiz mostrou diligência no sentido de julgar o processo como tenho feito em vez de guardar os autos na gaveta, como muitos fazem, numa total lentidão”, declarou o juiz Manoel de Brito Aragão.
Ainda em seu comentário, o magistrado Manoel Aragão diz que examinando a matéria do GP1, viu que a reclamação que seria em segredo de justiça é publicada de forma espalhafatosa, ferindo a LOMAN (Lei da Organização da Magistratura).
“Quanto à reclamação da Empresa São Francisco, da senhora Doralice dos Santos Lima, todos os processos existentes estão julgados e em grau de recurso, se houve erro na condução dos atos processuais ou acertos, estes deverão ser corrigidos ou confirmados pelo Tribunal de Justiça do Piauí. A reclamação foi feita em face do andamento do processo ter prejudicado a parte reclamante, porém, a própria Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) já resolveu este caso administrativamente. No caso vertente como em outros, este juiz mostrou diligência no sentido de julgar o processo como tenho feito em vez de guardar os autos na gaveta, como muitos fazem, numa total lentidão”, declarou o juiz Manoel de Brito Aragão.
Ainda em seu comentário, o magistrado Manoel Aragão diz que examinando a matéria do GP1, viu que a reclamação que seria em segredo de justiça é publicada de forma espalhafatosa, ferindo a LOMAN (Lei da Organização da Magistratura).
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