Maranhão - Timon

Juiz recebe denúncia contra acusados de matar capitão da PM-PI

A decisão do juiz Titular da 2ª Vara Criminal Francisco Soares Reis Júnior, respondendo pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Timon é de 22 de agosto deste ano.

BRUNNO SUÊNIO

- atualizado

O juiz Titular da 2ª Vara Criminal Francisco Soares Reis Júnior, respondendo pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Timon, recebeu denúncia contra Francisco das Chagas da Fonseca, vulgo “Chiquinho”, e Márcio Douglas Lima Vasconcelos, vulgo "Peixeiro" ou "Neguinho, pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), contra o capitão da PM do Piauí, Antônio Carlos Pinto Farias. A decisão é de 22 de agosto deste ano.

  • Foto: Marcelo Cardoso/GP1/PC-MAFrancisco das Chagas e Marcelo DouglasFrancisco das Chagas e Marcelo Douglas

Segundo o juiz, “a denúncia encontra-se formalmente perfeita, apta, com todos os requisitos da inicial (exposição do fato criminoso com as suas circunstâncias, as qualificações dos acusados, a classificação do crime, o rol de testemunhas, além de outros exigidos pela doutrina)”.

Relembre o caso

O capitão Antonio Carlos foi morto após trocar tiros com bandidos, em um assalto no bairro Parque Piauí, em Timon, no dia 26 de julho deste ano. Um dos envolvidos foi baleado pelo policial.

  • Foto: Divulgação/PMCapitão da Polícia Militar do Piauí Antônio Carlos Pinto Farias foi morto em Timon-MACapitão da Polícia Militar do Piauí Antônio Carlos Pinto Farias foi morto em Timon-MA

Segundo o tenente-coronel Jairo Xavier, comandante do 11º Batalhão da Polícia Militar do Maranhão, o capitão estava em um estabelecimento restaurante, quando foi anunciado o assalto e ele reagiu. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado para o policial militar, que levou um tiro na cabeça, mas ele já estava sem vida.

Francisco das Chagas da Fonseca, de 34 anos, que foi baleado no peito, confessou ter atirado no PM e deu detalhes de como tudo aconteceu.

Márcio Douglas, de 19 anos, se apresentou na Central de Flagrantes de Timon, dois dias depois.

De acordo com o delegado, Márcio Douglas se apresentou dizendo que a polícia estava atrás dele e negou participação na morte do capitão da PM. "Um rapaz de nome Márcio Douglas se apresentou ontem, aqui na Central de Flagrantes, por volta das 19h30. Ele disse que a polícia estava atrás dele, que passou dois dias escondido e negou envolvimento na morte do capitão Carlos Pintos", declarou.

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