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Margarete Coelho defende equidade de gênero na Conferencia Nacional da Mulher

Margarete definiu gênero como algo que muda como um prisma. "O que distingue gênero do sexo é o aspecto biológico: gênero é a forma que a sociedade me dá e sou eu que escolho meu gênero", exp

 A vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho, foi uma das expositoras do painel “Avanços e retrocessos nas questões de gênero”, nesta sexta-feira (22), segundo dia da Conferência Nacional da Mulher Advogada, realizada em Maceió (AL). O evento, realizado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, reuniu mais de 900 advogadas e estudantes de Direito. A mesa foi presidida pela secretária-geral da OAB-MG, Helena Delamônica, e secretariada pela conselheira federal da OAB-MS, Sâmia Barbieri.
Imagem: DivulgaçãoMargarete Coelho em Alagoas(Imagem:Divulgação)Margarete Coelho em Alagoas

Com enfoque na participação da mulher na política e eleições, Margarete Coelho, que também é mestre em Direito Público, destacou a importância da realização de movimentos como esse e os avanços com a cota de 30% nas chapas da OAB. “Nós mulheres, através da advocacia, podemos promover mudanças enormes e mais avanços. As minorias de hoje são a maioria de amanhã e é assim que se faz a democracia”, afirmou.
Imagem: DivulgaçãoMargarete Coelho em Alagoas(Imagem:Divulgação)Margarete Coelho em Alagoas

Margarete definiu gênero como algo que muda como um prisma. “O que distingue gênero do sexo é o aspecto biológico: gênero é a forma que a sociedade me dá e sou eu que escolho meu gênero”, explicou. Na oportunidade, ela lembrou  que as mulheres votam há 83 anos e que a história de voto no Brasil é de cerca de 200 anos. “As mulheres vieram a votar em 1934 com o Código Eleitoral. Mesmo quando conseguimos a cota na legislação eleitoral, ainda sim continuamos sendo a minoria”, disse.

Atualmente licenciada do cargo de conselheira federal da OAB, a vice-governadora frisou também sobre o sistema de cotas da OAB e acrescentou que as mulheres não podem deixar que seja reproduzida a situação anacrônica que é a dos partidos políticos, onde são a minoria. “Não se pode fazer de conta que nos deram cotas e depois não deixarem a gente chegar. A nossa palavra não é de igualdade, é a de equidade. É preciso dar a cada um a medida do que precisa, do que merece”, finalizou.

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