Economia e Negócios

Ministro diz que saúde e educação deverão se adequar em 2018

Meirelles informou que o ano de 2017 servirá de base para a correção dos orçamentos de saúde e educação em 2018.

DEISE KESSLER

Nesta segunda-feira (03), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles disse após reunião da equipe econômica com o relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto de gastos, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), que as áreas de saúde e educação só terão que se adaptar aos termos da proposta a partir de 2018.

De acordo com o G1, a reunião teve o objetivo de fechar o texto sobre o assunto que será apresentado ao Congresso. Além de Meirelles, também participaram o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldjfain.

Meirelles informou que o ano de 2017 servirá de base para a correção dos orçamentos de saúde e educação em 2018. "Porque consideramos que [2017] é um ano em que a receita estará mais estável, em função de já ser um ano de recuperação da economia", relatou Meirelles.

De acordo com Perondi, a mudança feita na proposta visa proporcionar mais recursos para a saúde e educação. “Esperamos que a receita corrente líquida seja melhor [em 2017]. O país sai do fundo do poço em 2017, e as receitas correntes líquidas devem aumentar. Então, [a correção de saúde e educação] incidirá sobre uma base melhor”, finalizou.