A Operação Disfarce foi desencadeada nesta data, 12, pela Força-Tarefa Previdenciária do Maranhão, composta pela Polícia Federal, Ministério da Previdência Social e Ministério Público Federal, com o objetivo de reprimir o crime previdenciário no Estado.
A operação tem a finalidade de dar cumprimento a 25 mandados judiciais – quatro de prisão preventiva, oito de prisão temporária e 13 de busca e apreensão – expedidos pela 2ª Vara Federal de São Luis a pedido da Polícia Federal, a serem executados nas cidades de Barra do Corda/MA e Teresina/PI.
As investigações, iniciadas em 2009, levaram ao desmantelamento de uma quadrilha de fraudadores do INSS composta por agenciadores, corretores de crédito e policiais civis, com atuação principalmente na região de Barra do Corda/MA, tendo participação efetiva de funcionários de bancos públicos e privados, responsáveis pela renovação e desbloqueio de senhas de cartões magnéticos de benefícios previdenciários pertencentes a aposentados ou pensionistas já falecidos.
Estão envolvidos na operação 80 policiais federais do Maranhão e do Piauí, além de técnicos do Ministério da Previdência Social.
A Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Polícia Civil do Maranhão também acompanham a operação, em razão da expedição de mandados de prisão preventiva contra três policiais civis de Barra do Corda.
O prejuízo aos cofres da União, decorrente de saques irregulares de aposentadorias e pensões de pessoas já falecidas e da obtenção de empréstimos consignados em tais benefícios previdenciários, ultrapassa R$ 1 milhão de reais, levando-se em consideração apenas os fatos apurados até o presente momento.
Os investigados foram indiciados pelos crimes de estelionato (CP, art. 171, § 3º), formação de quadrilha ou bando (CP, art. 288), inserção de dados falsos nos sistemas da administração pública (CP, art. 313-A), corrupção ativa (CP, art. 333) e quebra de sigilo bancário (Lei Complementar nº 105/2001, art. 10), cujas penas, somadas, podem chegar a 34 (trinta e quatro) anos de prisão.
O título da Operação Disfarce foi escolhido por alusão ao uso de “laranjas” pela quadrilha, que procediam em agências bancárias a renovação de senhas dos cartões magnéticos de benefícios previdenciários mediante o uso de documentos de identificação falsificados com os nomes dos respectivos beneficiários falecidos.
Veja a relaçãos dos acusados presos pela PF envolvidos no golpe
Maria Aparecida A. da Silva
Adriana Brasil da Silva
Luís Edmundo Lisboa
Claudio Richardson Bandeira da Silva
Ana Carolina Sousa Arruda
Francisco Gomes Sobrinho
Gerônimo Moreira Macial
José Rubem de Sousa
Sandro Araújo de Sousa
Valberto Barbosa da Silva
Zeca, conhecido como Jeca do Juá.
Encontra-se foragido o policial civil Deodoro Rupkoff.
A operação tem a finalidade de dar cumprimento a 25 mandados judiciais – quatro de prisão preventiva, oito de prisão temporária e 13 de busca e apreensão – expedidos pela 2ª Vara Federal de São Luis a pedido da Polícia Federal, a serem executados nas cidades de Barra do Corda/MA e Teresina/PI.
As investigações, iniciadas em 2009, levaram ao desmantelamento de uma quadrilha de fraudadores do INSS composta por agenciadores, corretores de crédito e policiais civis, com atuação principalmente na região de Barra do Corda/MA, tendo participação efetiva de funcionários de bancos públicos e privados, responsáveis pela renovação e desbloqueio de senhas de cartões magnéticos de benefícios previdenciários pertencentes a aposentados ou pensionistas já falecidos.
Estão envolvidos na operação 80 policiais federais do Maranhão e do Piauí, além de técnicos do Ministério da Previdência Social.
A Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Polícia Civil do Maranhão também acompanham a operação, em razão da expedição de mandados de prisão preventiva contra três policiais civis de Barra do Corda.
O prejuízo aos cofres da União, decorrente de saques irregulares de aposentadorias e pensões de pessoas já falecidas e da obtenção de empréstimos consignados em tais benefícios previdenciários, ultrapassa R$ 1 milhão de reais, levando-se em consideração apenas os fatos apurados até o presente momento.
Os investigados foram indiciados pelos crimes de estelionato (CP, art. 171, § 3º), formação de quadrilha ou bando (CP, art. 288), inserção de dados falsos nos sistemas da administração pública (CP, art. 313-A), corrupção ativa (CP, art. 333) e quebra de sigilo bancário (Lei Complementar nº 105/2001, art. 10), cujas penas, somadas, podem chegar a 34 (trinta e quatro) anos de prisão.
O título da Operação Disfarce foi escolhido por alusão ao uso de “laranjas” pela quadrilha, que procediam em agências bancárias a renovação de senhas dos cartões magnéticos de benefícios previdenciários mediante o uso de documentos de identificação falsificados com os nomes dos respectivos beneficiários falecidos.
Veja a relaçãos dos acusados presos pela PF envolvidos no golpe
Maria Aparecida A. da Silva
Adriana Brasil da Silva
Luís Edmundo Lisboa
Claudio Richardson Bandeira da Silva
Ana Carolina Sousa Arruda
Francisco Gomes Sobrinho
Gerônimo Moreira Macial
José Rubem de Sousa
Sandro Araújo de Sousa
Valberto Barbosa da Silva
Zeca, conhecido como Jeca do Juá.
Encontra-se foragido o policial civil Deodoro Rupkoff.
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