Enviar por e-mail
Comunicar erros
20/08/2012 - 03h50
São Paulo
PT cogita destituir diretório de Paulínia após acusação de pedofilia
Dixon Carvalho apresentou laudo para mostrar que foto-denúncia é falsa.
A Executiva de São Paulo do PT informou que deverá destituir o diretório de Paulínia (SP) caso os dirigentes insistam na defesa do candidato Dixon Carvalho, que concorre à Prefeitura, mas foi expulso da legenda após denúncias de pedofilia. Carvalho convocou uma coletiva ao lado dos diretores locais e apresentou um laudo do Instituto de Criminalística para comprovar que as imagens com a prática criminosa são uma montagem.
A assessoria de Dixon informou que na reunião estiveram presentes integrantes da Executiva municipal, que apoia o candidato e pretende mantê-lo como candidato. A assessoria do PT-SP, entretanto, informou por meio de nota que vai promover nova reunião para discutir o caso, mas, até que isso ocorra a decisão está mantida e, se o município quebrar o regulamento, haverá intervenção na cidade.
As imagens com a suposta prática criminosa vieram à tona em 2009, quando imprensa e moradores de Paulínia receberam o material com o rosto de Carvalho. A denúncia gerou um inquérito policial, que desenrolou em um processo sigiloso, que terá a primeira audiência em outubro. Todas as esferas do PT sabiam da acusação e o diretório estadual não explicou a razão de só agora ter optado pela expulsão do filiado.
Para Dixon, ele foi vítima de uma “traição política” articulada por integrantes do PT Campinas e do próprio PT Paulínia. O político, que terá de ser substituído nas eleições caso o diretório não volte atrás da decisão.
A chefe do cartório eleitoral de Paulínia, Adriana dos Santos Bucoff, informou que até a tarde desta sexta não houve notificação ou qualquer alteração na chapa de Dixon. “Nós sabemos do que está acontecendo de ouvir falar, mas aqui, formalmente, ele continua candidato a prefeito devidamente registrado”, falou.
O ex-petista disputava a cadeira do Executivo com outros quatro candidatos: o atual prefeito, José Pavan Júnior (PSB); Adilson Domingos Censi, o Palito (PS do B); Edson Moura (PMDB), que está com a candidatura indeferida, mas entrou com recurso no TRE-SP; e Sanzio Rodrigues (PMN).
A assessoria de Dixon informou que na reunião estiveram presentes integrantes da Executiva municipal, que apoia o candidato e pretende mantê-lo como candidato. A assessoria do PT-SP, entretanto, informou por meio de nota que vai promover nova reunião para discutir o caso, mas, até que isso ocorra a decisão está mantida e, se o município quebrar o regulamento, haverá intervenção na cidade.
As imagens com a suposta prática criminosa vieram à tona em 2009, quando imprensa e moradores de Paulínia receberam o material com o rosto de Carvalho. A denúncia gerou um inquérito policial, que desenrolou em um processo sigiloso, que terá a primeira audiência em outubro. Todas as esferas do PT sabiam da acusação e o diretório estadual não explicou a razão de só agora ter optado pela expulsão do filiado.
Para Dixon, ele foi vítima de uma “traição política” articulada por integrantes do PT Campinas e do próprio PT Paulínia. O político, que terá de ser substituído nas eleições caso o diretório não volte atrás da decisão.
A chefe do cartório eleitoral de Paulínia, Adriana dos Santos Bucoff, informou que até a tarde desta sexta não houve notificação ou qualquer alteração na chapa de Dixon. “Nós sabemos do que está acontecendo de ouvir falar, mas aqui, formalmente, ele continua candidato a prefeito devidamente registrado”, falou.
O ex-petista disputava a cadeira do Executivo com outros quatro candidatos: o atual prefeito, José Pavan Júnior (PSB); Adilson Domingos Censi, o Palito (PS do B); Edson Moura (PMDB), que está com a candidatura indeferida, mas entrou com recurso no TRE-SP; e Sanzio Rodrigues (PMN).
Fonte: G1
Keywords: pedofilia, candidato, diretório, carvalho, paulínia, dixon
Saiba mais sobre Nacional
Saiba mais sobre Política
Leia também
Avalie:
Média de avaliações:
0 votos
Comentários (0)
- Não há comentários nesta notícia

