Política

Silas Freire presta contas de seus posicionamentos na Câmara

Nesta semana, Silas votou contra a revisão da Medida Provisória 782/17 para dar status de ministro a Moreira Franco ao recriar o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Como se comportam os nossos parlamentares e como eles votam nas decisões sobre o futuro do país? O deputado federal Silas Freire (Podemos) sempre buscou dar satisfações de seus posicionamentos na Câmara Federal através das redes sociais ou mesmo da imprensa, justificando e explicando o porquê.

Nesta semana, por exemplo, Silas votou contra a revisão da Medida Provisória 782/17 para dar status de ministro a Moreira Franco ao recriar o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. “Em votação apertada, a Câmara dos Deputados aprovou a MP, mas não com o meu voto, não contribuí para que Moreira Franco, citado em delações premiadas da Operação Lava-Jato e denunciado por organização criminosa no mesmo processo em que está envolvido o presidente Michel Temer, obtivesse o foro privilegiado”, disse Freire.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Silas FreireSilas Freire


Em outra votação, Silas Freire votou contra o regime de urgência para aprovar o fundão eleitoral. “Pela proposta do fundão, são estimados R$3,5 bilhões para campanha de 2018. O fundão retira recursos das emendas impositivas que poderiam ir para população, isso é um escândalo que não podemos aceitar. Votei contra e votarei sempre para esse tipo de proposta”, justificou.

Também nesta semana, a Câmara Federal tratou sobre a autonomia aos partidos. Pelo projeto de lei 4424/16, o partido não precisa eleger democraticamente seus dirigentes, apenas nomeá-los de acordo com suas diretrizes internas, como já acontece atualmente. Na ocasião, Silas Freire também votou contra. “Eu votei não em favor da tese de democratização dos partidos, um dos destaques da PEC 282 que trata da reforma política. É preciso impedir comandos de mais de dois anos em partidos, além de eleições primárias que sejam respeitadas. Com isso, as siglas passarão a obedecer efetivamente aos ideais dos filiados e não de seus principais comandantes”, ressaltou o parlamentar.

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