Piauí - Teresina

Suspeito de matar psicóloga Joaquina Maria não é ouvido por juiz

O suspeito, sobrinho da vítima, confessou que matou a tia e que sente ódio pelo gênero feminino.

THAIS SOUZA E LAURA MOURA

- atualizado

O adolescenteM.P.C., de 16 anos, suspeito de ter assassinado a própria tia, a psicóloga Joaquina Maria Pereira de Barros, não foi ouvido durante a audiência na manhã dessa quinta-feira (05),de instrução e julgamento no Complexo da Cidadania no bairro Redenção, localizado na zona Sul de Teresina.

  • Foto: Lucas Dias/GP1SascSasc

O advogado de defesa, Francisco Lopes, requeriu a diligência para a realização da avaliação psquiátrica, e por isso, o menor não foi ouvido. "Foi feito uma diligência para ser feita uma avaliação psiquiátrica. Hoje, foram ouvidas apenas as testemunhas e logo depois, eu fiz o requerimento das diligências", afirma.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Francisco LopesFrancisco Lopes

O advogado manteve o sigilo sobre o motivo do pedido da avaliação psiquiátrica. Atualmente, o adolescente se encontra no CIEP à serviço da justiça.

Relembre o caso

A psicóloga Joaquina Maria Pereira Vieira de Barros, uma das proprietárias da Clínica Reintegrar, foi encontrada morta no dia 25 do mês de junho, pela filha de nove anos, dentro de sua residência localizada no bairro Macaúba, zona sul de Teresina. A criança, ao acordar, encontrou a mãe e procurou por socorro, mas ela já estava sem vida.

  • Foto: Facebook/Joaquina BarrosJoaquina BarrosJoaquina Barros

O coordenador da Delegacia de Homicídios, o delegado Barêtta, informou que o menor tentou fazer o crime parecer um latrocínio e que ele não tinha motivos para matar a tia. "Ele só disse que tinha ódio e que sofria bullying. É uma pessoa inexplicável, deve ser um psicopata", contou Barêtta.

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