Piauí - Teresina

TJ nega liberdade a acusado de matar funcionário do Carvalho

A decisão da 1ª Câmara Especializada Criminal do Tribunal de Justiça do Piauí é desta segunda-feira (09).

RAISA BRITO

- atualizado

A 1ª Câmara Especializada Criminal do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) negou pedido de liminar em Habeas Corpus contra decisão que decretou a prisão preventiva de Dorival Ferreira de Almeida, acusado de matar o funcionário do Comercial Carvalho, Sidivaldo Bacelar. A decisão é dessa segunda-feira (09) e o relator foi o desembargador Edvaldo Pereira de Moura.

  • Foto: Divulgação/Polícia CivilDorival Ferreira de AlmeidaDorival Ferreira de Almeida

A defesa de Dorival alegou ausência de requisitos para a decretação da prisão preventiva e constrangimento ilegal. Para a 1ª Câmara, a prisão preventiva foi decretada como forma de garantir a ordem pública, considerando a gravidade concreta da conduta imputada ao paciente.

“Portanto, não verifico a ocorrência do alegado constrangimento ilegal, considerando que gravidade concreta constitui fundamento idôneo para a decretação do cárcere cautelar”, afirmou o desembargador.

O crime

Sidivaldo Bacelar Soares, de 38 anos, foi assassinado com quatro tiros, na tarde de 17 de julho deste ano, dentro do Comercial Carvalho da Avenida Joaquim Nelson, no bairro Dirceu, em Teresina, onde trabalhava como encarregado de loja.

Com o auxílio de um vídeo gravado pelas câmeras de segurança no momento da ação, a polícia conseguiu identificar o auto do crime como sendo Dorival Ferreira de Almeida.

  • Foto: Facebook/Sidivaldo BacelarSidivaldo morreu dentro do Comercial Carvalho da Joaquim NelsonSidivaldo morreu dentro do Comercial Carvalho da Joaquim Nelson

O crime foi passional, pois Sidivaldo estava se relacionando com a ex-companheira de Dorival, que foi preso dez dias depois do crime após prestar depoimento na delegacia.

Em setembro, o promotor de Justiça, Benigno Filho, denunciou Dorival pelo crime de homicídio qualificado.

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