PI - Teresina

TRE-PI realiza reunião de abertura sobre processo eleitoral de 2018

A coordenadora do Planejamento Integrado, Claudia Pissolatto, explicou que são 31 iniciativas entre projetos e planos de ação.

BRUNA VELOSO

- atualizado

TRE realiza Reunião de Abertura sobre processo eleitoral 2018

O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) realizou na manhã desta segunda-feira (19), a reunião de abertura do Programa Eleições 2018. A reunião teve como objetivo apresentar os processos que farão parte do Planejamento Integrado das eleições do próximo ano, que deve apresentar mudanças com relação às eleições passadas.

A coordenadora do Planejamento Integrado, Claudia Pissolatto, explicou que são 31 iniciativas entre projetos e planos de ação. “Planejamento Integrado é exatamente integrar todas as necessidades. A partir de agora, a gente abre esse planejamento em que a gente vai levantar e planejar todos os insumos, os recursos financeiros, a logística das eleições. Começamos de agora a planejar até novembro tudo que vamos precisar, como vamos fazer e como vamos alcançar o resultado que a gente espera”, afirmou.

O presidente do TER-PI, desembargador Joaquim Dias de Santana Filho, presidiu a reunião e afirmou que crê no sucesso absoluto das eleições. O desembargador disse ainda que a vida do eleitor poderá ficar mais difícil com a diminuição das zonas eleitorais no estado. “A vida do eleitor vai ficar mais difícil porque o sujeito que está numa área no interior, bem longínqua, sem zona eleitoral, claro que vai ter dificuldade de locomoção para outros lugares, mas existem outros que dizem que a economia é necessária porque existem zonas que funcionam muito pouco durante o ano que não tem eleição”, explicou.

De acordo com o que foi apresentado, o Planejamento Integrado das Eleições 2018 contará com dez processos, dois a menos do que nas eleições dos anos de 2016 e 2014. Cada processo possui ainda iniciativas, que vão definir o curso das eleições no próximo ano. Uma das questões que mais deverá ser trabalhada é a assessibilidade dos eleitores. "A intenção é melhorar cada vez mais, então a gente vai ter um maior cuidado no mapeamento dos locais de votação", disse Cláudia Pissolatto.

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