Piauí - Picos

Vice do Padre Walmir diz que base aliada não precisa da oposição

Vice-prefeito eleito de Picos afirma que a situação tem votos suficientes para eleger o próximo presidente da Câmara.

JOSÉ MARIA BARROS

- atualizado

O vice-prefeito eleito de Picos, empresário Edilson Alves de Carvalho (PTB), disse que a base aliada do prefeito reeleito, Padre José Walmir de Lima (PT), não precisa da oposição para eleger o próximo presidente da Câmara.

Ao falar sobre o processo de escolha do novo presidente do legislativo, o vice-prefeito eleito, Edilson Carvalho (PTB) foi enfático. “Não precisamos buscar opositores para fazermos a presidência da Câmara! Acho que faremos sem precisar da oposição, porque o povo assim quis! Só, nós já somos maioria” – lembrou.

A eleição será realizada no dia 1º de janeiro de 2017 e, até o momento existem três nomes na disputa pelo comando da mesa diretora. O atual presidente da Câmara Municipal de Picos, Hugo Victor Saunders Martins (PMDB), o vereador reeleito José Arimateia Luz, o Maté (PSL) e o vereador eleito, Francisco das Chagas de Sousa, o Chaguinha (PTB).

  • Foto: José Maria BarrosEdilson Alves de CarvalhoEdilson Alves de Carvalho

Para Edilson Carvalho, que já foi vereador por vários mandatos, a disputa pela presidência da Câmara Municipal de Picos sempre foi ferrenha e decidida às vésperas da votação. O vice-prefeito eleito também comentou sobre a escolha do nome que deve presidir o legislativo picoense nos próximos dois anos.

“No início eu achava que o PTB, por ter maioria na base, deveria fazer o presidente, mas, conversando com nossos amigos, achamos por bem, no primeiro momento, reavaliar a colocação do nome do atual presidente [Hugo Victor]. Conversamos com nosso partido e entendemos que o melhor seria dá mais esse voto de confiança a ele” – informou Edilson Carvalho.

Edilson Carvalho alertou, no entanto, que a política é dinâmica, hoje é assim e amanhã pode mudar. Apesar de o seu partido PTB ter elegido três vereadores, se a eleição fosse agora garante que tendência era a legenda votar no atual presidente, Hugo Victor (PMDB).

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