Piauí - Campo Maior

Wellington participa de missa nos 194 anos da Batalha do Jenipapo

A programação teve início com a celebração de uma missa na Catedral de Santo Antônio.

ANDRÉ DOS SANTOS

- atualizado

Missa marca comemorações da Batalha do Jenipapo em Campo Maior

Nesta segunda-feira (13), ocorre a tradicional homenagem aos heróis da Batalha do Jenipapo, em Campo Maior, no interior do estado. A programação, que comemora os 194 anos da luta dos piauienses pela independência do Brasil, teve início com a celebração de uma missa na Catedral de Santo Antônio.

O governador do estado Wellington Dias esteve presente na solenidade e destacou a força dos combatentes do Jenipapo. “Foi aqui que pelo sangue e pela coragem e pela luta de vários homens e mulheres do Piauí e alguns do Ceará enfrentaram as tropas de Fidié e hoje nos permite ter esse imenso país chamado Brasil. Então a gente celebra pedindo a Deus abençoar os nossos heróis e dar força a todas as autoridades e pessoas que vivem no Piauí”, declarou.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Wellington Dias e Rejane DiasWellington Dias e Rejane Dias

O prefeito da cidade de Campo Maior, também engrandeceu a data e a luta do povo piauiense. “A Batalha do Jenipapo é um marco na história da Independência do Brasil. Estamos a cada dia mais motivado a morar em Campo Maior e a viver aqui. Foi com esse povo batalhador que conseguimos lutar em um momento em que a situação era bem mais difícil", declarou o gestor municipal.

A programação conta com a apresentação do espetáculo da Batalha do Jenipapo. Este ano, mais de cem atores participam da encenação que reúne grandes nomes do teatro piauiense e talentos da nova geração. A apresentação será realizada às 16h, no Monumento Heróis do Jenipapo.

Histórico

A Batalha do Jenipapo ocorreu às margens do riacho de mesmo nome no dia 13 de março de 1823, a qual foi decisiva para a Independência do Brasil e consolidação do território nacional. Consistiu na luta de piauienses, maranhenses e cearenses contra as tropas do major João José da Cunha Fidié, que era o comandante das tropas portuguesas, encarregadas de manter o norte da ex-colônia fiel à Coroa Portuguesa.