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23/02/2011 - 11h53

Dei meu cuzinho para o marido da minha colega

Quero contar de como dei meu cuzinho para o marido de uma colega de
faculdade. Antes, porém, quero me apresentar: meu nome é Roberta e
tenho 19 anos. Pele bem clara, cabelos curtos na altura do pescoço,
pretos e bastante lisos, olhos também pretos. Peitos fartos,
bundinha cheinha, um pouquinho arrebitada, 1.60 m e um pouco cheinha.
Meu cabacinho continua no lugar, já que até hoje não me animei a
ir até o fim com homem nenhum. Na verdade, até acontecer a história
que eu vou contar, eu nunca tinha nem dado uma chupadinha, nada.

Estudo Odontologia na UFPR, em Curitiba, e desde o começo do curso
grudei na Cris, excelente amiga, da mesma idade que eu mas já casada.
Só fui conhecer o marido dela meses depois, numa festa para a turma
toda em que ela apareceu com o Luciano - esse o nome dele, 25 anos,
cabelo liso um pouco cheio, olhos verdes, muito simpático, a Cris
morria (morre) de ciúmes dele quando ele começa a sorrir aquele
sorriso enlouquecedor para as amigas dela. Gamei na hora que vi, um
tesão, mas era o marido da minha melhor amiga na facu.

Nós nos encontramos algumas outras vezes, sempre com a Cris do lado,
nem rolava nada. Mas o jeito como ele olhava para mim, bem no fundo
dos meus olhos, para depois desviar o olhar (ele é bem tímido) me
dava a certeza de que ele também gostou de mim. Fui
ficando íntima dos dois, freqüentava a casa deles e tudo, o Lu
me tratava super bem, até brincava comigo de vez em quando.

Para resumir, depois de muita troca de olhar, eu aproveitei uma
vez que a Cris viajou para a casa dos pais dela (em Londrina) e
resolvi aparecer na casa deles como
quem não quer nada. O Lu tinha ficado porque ele tinha que trabalhar
na segunda, então botei uma bermudinha que deixava minhas pernas à
mostra, quase aparecia a dobrinha embaixo da bunda, uma camisetinha
bem leve e bati na casa deles e fingi
surpresa quando ele me disse
que a Cris não estava. Mandou eu entrar assim mesmo, me ofereceu
água e eu aceitei, sentei e começamos a conversar à toa, eu do lado
dele, no mesmo sofá. Não demorou e ele começou a roçar na minha
perna, eu sentia os pelinhos da perna dele encostarem na minha e
me dava um frio na barriga, cheguei a ficar com um calor enorme \"lá\"
só de ele encostar. Ele falava da Cris, da vida de casado, até
insinuava alguma sacanagem de vez em quando, e começou a me tocar
enquanto falava, tipo para me chamar a atenção.

Lógico que eu ficava toda arrepiada quando ele encostava em mim,
até uma hora que não aguentei e ele encostou e eu peguei na mão
dele sem dizer nada. Acho que ele não esperava, ficou calado alguns
segundos, aí de repente ele abriu um sorriso lindo, um sorriso sacana
e foi chegando a boca dele perto da minha. Começou dando uns beijinhos
de leve nos lábios até que eu peguei ele por trás da cabeça e demos
um beijo de língua maravilhoso! Aquela língua dele parecia que ia
na minha garganta, de tanto que ele mexia com ela dentro da minha boca.
Ele logo encostou a mão no meu joelho e começou a acariciar minhas
coxas, primeiro ainda tímido e quando ele viu que eu abri a perna
ele foi subindo até quase a minha virilha. Eu estava com a minha
xaninha ensopada com ele passando a mão na minha perna e respirando
no meu rosto, o hálito doce na minha boca. Depois ele começou a
apalpar meus peitos por cima da camisa. Com uns dois minutos disso
ele resolveu tirar a minha camisa e eu confesso que já estava com
tanto tesão que deixei ele tirar a camisa e o sutiã. Beliscou meus
seios, apalpou, chupou, mordeu, mamou como se fosse criança, e eu
já não respondia por mim porque a essa altura ele começou a passar
o dedo na racha da minha bucetinha por cima da bermuda.

Eu não dizia nada, só suspirava de tesão com aquele homem delicioso
e casado chupando meus peitos, passando a mão na minha barriga
e na minha buceta. Ele viu que eu estava gemendo de tesão e resolveu
tirar a minha bermuda e a minha calcinha, o que eu resisti um
pouco, porque tinha medo do que ele ia fazer (eu não queria perder
a virgindade) e porque eu não depilava ali tinha um bom tempo. Mas
ele não se fez de rogado e tirou assim mesmo, eu ajudei levantando
a bunda para a calcinha sair, mas depois, para não ter que levantar
a perna e me expor ainda mais, eu mesma tirei a calcinha que já
estava nos meus pés, toda molhada.

Os olhos do Cris brilhavam de felicidade. Ele ajoelhou e fez uma
coisa que eu achava que jamais deixaria homem nenhum fazer: meteu
o rosto na minha bucetinha e começou a beijar minha virilha aqui
e ali, uns beijinhos de leve. Depois afastou minhas pernas, e eu
morrendo de vergonha, e começou a respirar em cima da minha xaninha.
Eu queria pedir para ele parar, mas não tinha coragem, eu nunca
tinha sentido tanto tesão na minha vida. Ele deu mais uns beijinhos
em volta da minha xaninha, depois nos lábios dela, sempre em volta,
sem nunca tocar no meu clitóris. De repente ele põe aquela língua
pra fora e vai enfiando bem devagar na minha bucetinha. Eu sentia
cada centímetro daquela língua áspera entrando e não quis nem
saber: prendi a cabeça dele com as pernas, segurei por trás dela
com as mãos e pressionei o rosto dele contra a minha buceta. Gozei
desesperadamente, como nunca tinha gozado, com o Cris me chupando,
mordendo, esfregando o rosto na minha xana.

Aí ele me pegou pela mão e me levou para o quarto. Eu tinha gozado
muito graças a ele, mas não queria perder minha virgindade. Disse
isso para ele e ele me olhou de novo com aquele sorriso sacana e
disse que eu não precisava perder, que tinha outras maneiras de eu
retribuir. Achei que fosse me pedir para chupar, o que eu estava
pronta para fazer com o maior gosto, mas ele me colocou na cama de
novo e continuou beijando meus peitos, minha barriga, minha bucetinha.
Fui me deixando levar, ele me virou de bruço e me fez ficar de
quatro e continuou chupando minha xana por trás. Eu já toda mole,
não estava preparada para o que ele fez em seguida: afastou minhas
nádegas e meteu a língua no meu cuzinho. Fiquei desesperada, com
vergonha, com nojo e comecei a me debater na cama. Ele com toda
a força botou a mão nas minhas costas e me fez deitar de bruço e
continuou lambendo meu cuzinho. Passava a língua de baixo para
cima com força, como se estivesse varrendo, fez isso várias vezes
e depois começou a enfiar a língua no buraquinho. Eu já não resistia,
só suspirava e agarrava no lençol. Minha bucetinha estava encharcada!

Depois de um tempo disso, ele me pediu para comer meu cuzinho. Eu
disse que ia doer, mas ele continuou me acariciando e disse que
sabia fazer sem doer muito. Nisso ele já estava com o pau para fora
e me disse \"olha, não é muito grande\". E não era mesmo, mas era
um pau lindo, branquinho, com algumas veias e uma cabeça vinho,
essa sim bem grande. Como ele tinha me feito gozar feito doida
e como tinha sido legal o bastante para não querer tirar meu
cabacinho, aceitei, e meio sem saber o que fazer fui ficando de quatro.
Ele tirou de dentro do armário um vidrinho de KY, eu não sabia o que
era e ele me explicou que era para lubrificar e que assim não doía.
Jogou um montão no dedo indicador e depois virou um tanto em
cima do meu cu. Ia dizendo que o segredo para não doer era lubrificar
bem, que tinha que usar bastante, e eu nervosa e ao mesmo
tempo doida para ele me comer. Sentia aquele líquido pegajoso
me molhando, entrando no meu buraquinho, e de repente sinto o dedo
dele brincando na portinha. O Cris foi maravilhoso, ficou uns
dez minutos brincando com o dedinho no meu cuzinho, enfiava
devagarinho até a dobra e tirava, e foi assim aos poucos, até
meter até a segunda dobra. Dali a pouco ele estava com os dois
dedos dentro de mim e eu super nervosa, mas ao mesmo tempo doida
para sentir a pica dele dentro da minha bundinha.

Quando ele tirou o dedo, achei que fosse enfiar comigo naquela
posição, de quatro, mas ele me fez deitar de bruços e disse que
assim doía menos. Até esse cuidado ele teve para não me machucar muito.
Depois ficou ajoelhado atrás de mim e encostou a cabecinha na portinha.
Eu me contraí toda, mas ele disse que o segredo era ficar tranquila,
que ele tinha deixado meu cuzinho preparado. Segurei nas nádegas
e abri bem para facilitar a penetração, mas estava difícil. Como
eu era virgem, o pau dele batia e dobrava, ia para fora, mas ele
não desistiu. Aos poucos foi botando a cabecinha para dentro,
e aos poucos ia enfiando mais. Eu sentia cada milímetro daquela
pica entrando no meu cuzinho, me rasgando por dentro. Segurei no
lençol, fechei a boca e aguentei firme. Dali a pouco ele estava
com tudo dentro, o saco encostando na minha bucetinha por fora.
Disse que ia começar a bombar e fez isso bem devagarinho, deixando
só a cabeça dentro, depois enfiando bem devagar. Nessa
primeira vez eu não sentia exatamente prazer, só uma sensação
esquisita de estar levando por trás, e quando eu pensava nisso eu
me sentia a maior piranha e o engraçado é que eu gostava disso.
O Cris, que estava com o maior tesão, não aguentou muito depois de
meter, e dali a uns cinco minutos eu senti aquela rola crescer
dentro de mim, pulsar e soltar um jato quente a uma velocidade
assombrosa, que eu senti bater e esquentar lá dentro.

O Cris foi maravilhoso essa noite. Tomei um banho, depois ele tomou,
ele fez jantar para nós dois e depois ele comeu meu cu mais duas
vezes. Na terceira eu já sentia prazer de verdade, mais do que dor.
Ele me levou para casa de carro, dormi maravilhosamente bem, só que
no dia seguinte acordei com o cuzinho ainda ardendo da noite anterior.

No dia seguinte o Cris me fez experimentar o gosto de porra pela
primeira vez. Mas isso é outra história.

Fonte: Contos eróticos

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