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20/12/2011 - 16h52

Gozando na cara de uma coroa gostosa dentro do banheiro

Coincidência, ou não, todos os dias ela estava ali no ônibus das 7h30. Ela era Adriana – uma quase coroa, linda. Eu tomava a condução já com certa lotação, ela vinha sentada. Sempre se oferecia para segurar minha mochila. Um sorriso e, vez ou outra, uma rápida conversa.

Comecei a olhar diferente pra ela no verão. O decote, as pernas, enfim, a estação mais quente do ano revelara também um pouco mais de Adriana.

Adriana tinha lá seus 42, 45 anos. Enxuta! Uma pele de dar inveja em qualquer menininha de 20 e poucos. Seios médios, mas bem redondinhos. Bumbum empinadinho e cachos nos cabelos que iam praticamente até ele.

Talvez 1,60 – um pouco menos que eu, sou baixo também, 1,67, mas de corpo atlético mantido com o futebol de todas as semanas, apesar de muitas cervejas.

Eis que a chegada das férias rendeu um convite para um happy hour, pós-expediente, ali na região da Avenida Paulista. Devolveu minha mochila e disse:

- Te espero no Puppy, às 18h, ok!?

Sorriu. Piscou. E desceu do ônibus.

Exatamente as 18h01 eu estava lá. Ela me esperava com a cerveja gelada e dois copos.

Papo vai. Papo vem. Ela jogava o cabelo. Cinco, seis cervejas. Intimidade na pauta. E o inevitável aconteceu. Nossas mãos se tocaram sob a mesa. Um calor tomou conta e falei ao pé do ouvido dela:

- Eu vou ao banheiro da esquerda e vou deixar a porta aberta. Te espero em 20 segundos!

Em 15 segundos ela já estava lá!

Fechei o trinco e a encostei na porta. Ataquei seu pescoço e o seu decote. Depois um beijo que era forte, firme e as mãos dela procuravam o zíper da minha calça. As minhas levantaram o vestido dela. Ela pegou meu pau, que já estava duro ao extremo. Eu apertei o bumbum dela e dei alguns tapinhas. Ela punhetava e foi abaixando até abocanhar ele por completo.

A lambida na cabecinha era de enlouquecer. Sugou umas três vezes numa chupeta perfeita. Mas não podíamos demorar, portanto, ela deu a ordem, largando meu pau e se virando:

- Vem! Vem rápido, me fode com esse pau gostoso e goza como nunca gozou! Vem!!!

Não perdi tempo. Peguei aquele bumbum empinadinho apertando, puxei a calcinha de lado, pincelei a buceta dela uma única vez e entrei. De primeira! Ela estava muito molhada e meu pau estralando.

Entrou fácil. A adrenalina do local, o risco de alguém bater na porta, enfim, tudo deixava ainda mais gostoso. O vai e vem era firme e rápido. Ela rebolava e pedia pra eu não parar por nada no mundo.

- Mete! Mete bem gostoso. Vai... Vai rápido, antes que alguém chegue. Vai. Mete, mete gostoso, mete rápido. Huummm... Vai!

Ela parecia entender que a explosão era inevitável. O ritmo das bombadas só faziam aumentar. Virou e se agachou n hora ‘H’. Botou a língua pra fora e batendo uma, me pediu:

- Goza na minha cara! Goza na minha boca! Quero tomar tudo, vai! Vaaaai...

- Hummmmm...

Ela tinha razão. Eu gozei como nunca havia gozado. Além de tudo, Adriana tinha a boca quente e a língua macia. Parecia acomodar meu pau numa seda. Chupou e sugou toda minha porra.

Ela baixou o vestido. Eu fechei minha calça. Saímos do banheiro com a maior cara de pau. Algumas pessoas nos olharam com surpresa. Outras com indignação. Nem terminamos de beber a cerveja. Fomos direto ao caixa pagar e ‘tchau’...

Apesar de tudo, sentimos “vergonha”.
Fomos embora rindo pela calçada.

Um beijo selado como despedida e um ‘até segunda-feira’, antes de cada um sair para um lado oposto da avenida. Sem rumo, apesar de irmos, teoricamente, para o mesmo bairro...

Fonte: Contos eróticos

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