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16/02/2010 - 15h30

Uma Noite de Sexo Quente com meu Marido

Sou uma mulher muito bonita. Bem, é o todos dizem. Mas isso não facilitou muito minha vida e passei por algumas e boas decepções. Fui casada duas vezes e só com meu terceiro marido encontrei a satisfação sexual que sempre procurei. Ron é muito mais velho do que eu. As pessoas ficaram escandalizadas na época. Mas nenhum homem deixou minha boceta tão molhada e pegando fogo como ele. Desde a primeira vez que nos vimos houve uma energia incontrolável circulando entre nossos corpos. Como todo casal novo e sem saber o que o outro gostava, nossa primeira vez foi muito boa, mas comportada. Tudo o que eu menos queria era sexo comportado. Por alguma razão eu confia nele de uma forma que me sentia à vontade em dizer que não estava totalmente satisfeita. Um dia estávamos no quarto nos trocando para irmos a um evento. Eu estava de calcinha e sutiã, sentada à penteadeira. Ele estava sentado à cama terminando de se arrumar. Eu o observava pelo espelho. Ron não é bonito mas tem traços fortes, corpo sarado, olhos azuis da cor do céu e uma voz de derreter geleiras. De repente, eu queria muito aquele homem dentro de mim. Eu já me imaginava gozando com o pau duro dele metendo sem dó na minha vagina. Virei-me para ele e disse: “Ron, quero que você me foda agora. Eu quero sujo e violento”. Demorou um pouco para ele entender, olhou para mim como quem perguntasse “você disse alguma coisa?”, “eu ouvi direito?”. Eu repeti: “Agora!”. Ele nem questionou sobre o compromisso que tínhamos. Levantou-se já tirando a gravata, arrancando os botões da camisa. Eu lhe abri o zíper da calça e coloquei minha mão dentro. Bastou um toque e seu pau ficou duro e latejante. Ron beijou-me a boca ferozmente, pegou-me pela cintura e pressionou meu corpo contra o dele. Senti seu pênis ainda mais duro entre minhas pernas. “Você me deixa louco”, ele sussurrou. “Você me dá muito tesão”, eu respondi. Percebi em seus olhos a surpresa de me descobrir tão fogosa e safada. E ele gostou muito do que descobriu pois no segundo seguinte estávamos derrubando os itens da penteadeira para dar espaço aos nosso corpos que ansiavam por satisfação. Ron abriu minhas pernas, arrancou minha calcinha e enfiou numa estocada só o seu pau delicioso. Eu estava com tanto tesão que senti uma onda de calor percorrer o meu corpo. Eu estava tão molhada que o pinto dele deslizou dentro de mim. Ele enfiava com força, entrava e saia freneticamente como se não pudesse adiar o gozo eminente. Ao mesmo tempo nos beijávamos loucamente, ele chupava e mordia meus seios cujos bicos estavam duros de tesão. Eu pedi para que marcasse. Eu era dele e queria que deixasse sua marca. Senti uma dor prazerosa misturada as constantes estocadas do pau dele. Ron me deitou ainda mais sobre a penteadeira e arqueou minha pernas. Molhou dois de seus dedos em minha boca e os enfiou no meu cu. Nunca tinham enfiado no meu cu. Nunca tinha deixado. Eu me assustei com que ele ia fazer mas eu queria me entregar totalmente para ele. Mesmo que uma parte de mim dizia que não, eu deixei. Ele enfiou e tirou os dedos de meu cu diversas vezes. Era uma sensação estranha. Uma mistura de prazer com algo muito novo e diferente. Na minha cabeça aquilo era “sujo” portanto muito bom e eu passei a gostar. Então, Ron me sentou novamente e me dobrou ao meio para que eu pudesse ver seu pau entrando e saindo a minha boceta. Nós gemíamos e gritávamos de prazer. Não queríamos que acabasse. “Cadela vadia. Vou te comer de todo hoje. Você pediu e agora só paro de te foder quando eu cansar.” “Não para, não para nunca”, eu implorei. Ele me levou até o chão e me pôs de quatro. Chupou gostoso minha xana e o meu cuzinho. Os movimento que fazia com seu pinto ele repetiu com a língua. Depois foi minha vez de chupar o pau dele. Como era delicioso! Sentir aquela tora latejante na minha boca. Já podia sentir sua porra descendo pela minha garganta. Lambi gostoso a glande, chupei suas bolas e engoli todo seu pau. Fiz-o sumir dentro de minha boca. Ron estava no limite do gozo. Repentinamente ele me pôs de quatro novamente, segurou-me pela cintura e enfiou seu pau sem dó na minha bocela. Nós gritamos. Ele soltou um palavrão que não consegui distinguir. Ele tirou seu pau bem devagar e depois ficou pondo e tirando só a cabecinha. E ficou assim durante um tempo admirando seu pau entrando e saindo da minha xana. Depois ele me segurou pelos peitos e começou a estocar sem parar, sem dó. “Goza sua puta, goza agora. Goza no meu pau!” Eu obedeci e gritei e gemi e me contorci de tanto prazer. Imediatamente, Ron saiu de dentro de mim e me fez deitar de costas para o chão. Eu ainda estava atordoada e não entendia o que ele queria. Ele ficou em cima de mim com o pau na minha cara. “É assim que eu vou gozar! Na sua cara! Quero ver você engolir porra!” Ele começou a se masturbar e logo senti sua porra quente banhar minha cara. Pus a língua pra fora para beber um pouco daquele licor branco, salgado, símbolo do prazer. Ficamos extasiados deitados no chão por um bom dentro. Nosso corpos suados, respiração ofegante, mentes em transe. Nos olhamos por um longo tempo e tenho certeza de que ele estava pensando o mesmo que eu: vamos fazer isso muito mais vezes.

*Autor: Jessica, a amante

Fonte: contosfemininos

Keywords: corpo, pernas, goza


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