O juiz José Sodré Ferreira Neto, titular da 1ª vara da comarca de Valença do Piauí, concedeu liberdade provisória a parte do grupo preso com aproximadamente R$ 3 milhões em maconha no dia 14 de março deste ano, em Valença do Piauí.
A decisão foi tomada durante audiência de instrução e julgamento, realizada nessa segunda-feira (24).
Durante a audiência, os acusados Marlon Gomes de Lima, Ayllan Cylas Pereira Alves, Ismael Vieira da Cruz, Ezequiel da Silva Melo, Fernando Reis Ferreira de Sousa e Francisco Aldo da Silva Jacinto participaram da sessão, acompanhados de seus representantes.
Após as oitivas e o interrogatório dos acusados, o magistrado encerrou a instrução e ouviu as alegações finais orais das partes. Em seguida, o juiz proferiu a decisão que concedeu liberdade provisória aos réus Marlon Gomes de Lima, Ayllan Cylas Pereira Alves, Ismael Vieira da Cruz e Francisco Aldo da Silva Jacinto.
A soltura, porém, foi condicionada ao cumprimento de medidas cautelares, dentre elas a proibição de se ausentar da comarca por mais de 30 dias; proibição de mudança de endereço sem autorização judicial; recolhimento domiciliar noturno, das 20h às 6h, enquanto durar a instrução criminal; proibição de contato com os demais réus e investigados do processo, além de monitoramento eletrônico.
O caso
Os policiais do 23º Batalhão da Polícia Militar interceptaram um veículo com 109 tabletes de maconha que havia saído de Teresina com destino a Valença do Piauí, com o objetivo de adquirir uma grande quantidade de drogas que, posteriormente, seriam vendidas na capital piauiense.
Uma dupla de motoqueiros, que supostamente entregou o material para o motorista do veículo, também foi abordada e presa, além de um quarto alvo, que foi encontrado em uma residência que era usada para guardar os entorpecentes onde, em uma região de mata próximo a esta mesma casa, foram encontrados mais 184 tabletes de maconha.
Rapidinhas
Gaeco mira atuação de empresários na lavagem de capitais
A Coluna apurou que integrantes do Ministério Público intensificaram o monitoramento sobre a movimentação de um grupo de empresários com atuação em diversos setores no Piauí e no Maranhão. Segundo informações levantadas, o grupo tem recorrido a práticas suspeitas de dissimulação de recursos, com o objetivo de mascarar a origem do capital movimentado em suas operações comerciais.
Fontes apontam que o Poder Judiciário tem demonstrado total alinhamento às demandas apresentadas pelo Ministério Público, o que indica que novas medidas judiciais devem ser referendadas nos próximos dias.
É só esperar, questão de pouco tempo!
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1