A Operação Chip Falso , deflagrada pela Polícia Civil do Piauí nesta terça-feira (15), deve atingir um número ainda maior de envolvidos do que o inicialmente previsto. Além dos 15 alvos da primeira fase da investigação, mais de 100 pessoas serão intimadas por suspeita de terem cedido nomes, documentos e até a biometria facial para viabilizar o esquema criminoso.

A informação foi confirmada à Coluna pelo coordenador do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), delegado Humberto Mácola. Segundo ele, essas pessoas não aparecem como integrantes da organização criminosa, mas contribuíram diretamente para a fraude ao permitir que suas identidades fossem utilizadas na habilitação irregular de linhas telefônicas.

Foto: Lucas Dias/ GP1
Delegado Humberto Mácola, da DRCC

Até o momento, dez pessoas foram presas durante a operação. Ao todo, a Justiça expediu 30 mandados judiciais, entre prisões temporárias e buscas e apreensões. Os demais investigados seguem sendo procurados pela Polícia Civil.

Conforme as investigações, os envolvidos poderão responder por estelionato, associação criminosa e, dependendo do avanço das apurações, também por lavagem de dinheiro.

Ex-funcionária segue foragida

Outro ponto destacado pelo delegado Humberto Mácola é que uma ex-funcionária de uma operadora de telefonia, Rosana Rodrigues da Silva, apontada como peça-chave no esquema, continua foragida. Ela é considerada um dos principais alvos da investigação e ainda não foi localizada pelas equipes policiais.

Foto: Reprodução/WhatsApp
Rosana Rodrigues da Silva

A expectativa da Polícia Civil é que novas fases da Operação Chip Falso sejam deflagradas nos próximos dias, ampliando o alcance das investigações e identificando outros participantes da fraude.

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Rapidinhas

Nota que não convenceu

A nota divulgada pela defesa dos investigados da DF Group tentou transmitir tranquilidade aos investidores, mas evitou enfrentar os principais pontos levantados pela Polícia Civil na operação que apura um suposto esquema de estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Silêncio sobre o dinheiro

O comunicado também não respondeu à pergunta que mais interessa às vítimas: onde está o dinheiro dos investidores? Enquanto isso, centenas de pessoas seguem sem conseguir recuperar os valores aplicados.

Foto: Reprodução/Instagram
Douglas Fonseca

Investigação continua

Apesar da manifestação da defesa, a Polícia Civil ainda analisa documentos, movimentações financeiras e o papel de cada investigado no suposto esquema.

Novas fases à vista

Nos bastidores, a expectativa é de que a investigação tenha novos desdobramentos. A operação ainda pode alcançar outros envolvidos e revelar novos elementos sobre a atuação do grupo.

Foto: Reprodução/WhatsApp
Ítalo Rangel da Costa

Investigação continua

Apesar da manifestação da defesa, a Polícia Civil ainda analisa documentos, movimentações financeiras e o papel de cada investigado no suposto esquema.

Novas fases à vista

Nos bastidores, a expectativa é de que a investigação tenha novos desdobramentos. operação ainda pode alcançar outros envolvidos e revelar novos elementos sobre a atuação do grupo.

Caçada ao segundo suspeito

O DHPP intensificou as diligências para identificar e localizar o segundo homem apontado como participante do assassinato do segurança. A expectativa é de que novas medidas sejam adotadas nos próximos dias.

Investigação avançou

Com um dos envolvidos já identificado, a Polícia Civil concentra esforços na análise de imagens, depoimentos e outras provas para fechar o cerco contra o comparsa. E por falar em sinal, as câmeras de segurança em frente ao Tribunal de Justiça do Piauí não estavam funcionando no momento do crime não registrou a fuga dos dois acusados.

Crime sem resposta completa

Embora as investigações tenham avançado, o DHPP ainda busca esclarecer toda a dinâmica da execução e a motivação do homicídio.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1