Em determinado órgão público, a presença de um antigo organizador de eventos virou caso de indisposição generalizada. O rapaz em questão exerce poder desproporcional e se comporta como se fosse o proprietário da pasta. Por lá, ele concentra fatia significativa dos contratos celebrados.

Ciscando mais que pinto no lixo, ele opera bem no órgão e o montante recebido ao longo dos últimos anos já ultrapassou a casa dos oito dígitos — cifra que merece atenção dos órgãos de controle.

A situação levanta questões sobre critérios de contratação, eventuais vícios licitatórios e a ausência de fiscalização efetiva sobre a concentração de recursos.

Vaidoso, nosso personagem está esbelto e cuida bem da saúde.

Em tempo: tem o mesmo nome de um ex-presidente da Câmara dos Deputados.

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*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1