O Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública ( Consesp ) divulgou nota oficial neste sábado (10), defendendo que a saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça representa um momento "oportuno e estratégico" para a criação de um Ministério da Segurança Pública independente. No documento, a entidade sustenta que a medida seria "uma entrega estruturante e de elevado significado institucional para o Brasil", capaz de dar maior centralidade a um tema considerado uma das principais preocupações da sociedade. O Consesp também defende que a nova pasta seja comandada por gestores com experiência comprovada na área, citando nominalmente o secretário de Segurança do Piauí, Chico Lucas , e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues.

Chico Lucas emerge como o principal nome cotado para liderar o futuro ministério, fortalecido por resultados concretos na gestão da segurança piauiense. Sob seu comando, o Piauí registrou redução significativa nos índices de roubos e homicídios, consolidando uma política efetiva de combate à violência que tem sido reconhecida nacionalmente. A experiência técnica comprovada e a capacidade de articulação demonstradas pelo secretário piauiense funcionam como principais credenciais para assumir um desafio de dimensão nacional em um momento crítico para a segurança pública brasileira.

Foto: Lucas Dias/GP1
Secretário Chico Lucas

O nome de Chico Lucas conta com amplo respaldo político e institucional. Apoiado pelo presidente nacional do Consesp, Jean Nunes, o secretário também tem o aval do PT, do governador Rafael Fonteles, e do ministro Wellington Dias. A convergência de apoios partidários, institucionais e técnicos fortalece sua candidatura para comandar a pasta que deverá ser desmembrada da estrutura atual do Ministério da Justiça.

Foto: Reprodução/Redes sociais
Nota do Consesp

O Consesp colocou-se à disposição do Governo Federal para colaborar tecnicamente com o processo e reforçou que "a segurança pública deve ser tratada como elemento estabilizador", baseada no diálogo e na articulação permanente entre União, estados, Distrito Federal e municípios.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1