O ex-deputado federal Aldo Rebelo fez críticas contundentes ao Governo Lula e a ministérios ligados à agenda ambientalista, apontando suposta influência de organizações não governamentais (ONGs) estrangeiras. Segundo Rebelo, pastas como o Ministério do Meio Ambiente, comandado por Marina Silva , operam com uma estrutura opaca, favorecendo interesses internacionais em detrimento do Brasil.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-parlamentar afirmou que há uma “caixa-preta” dentro do governo, presente não apenas no Ministério do Meio Ambiente, mas também no IBAMA, no Ministério dos Povos Indígenas e na FUNAI.
“Existe uma caixa-preta no Brasil que precisa ser aberta. Ela está alojada dentro do Estado brasileiro e é protegida pelo governo. Está no Ministério do Meio Ambiente da dona Marina Silva, no IBAMA do seu Agostinho, no Ministério das Populações Indígenas, na FUNAI, e é controlada por ONGs financiadas do exterior a serviço de interesses internacionais contra o Brasil”, declarou.
Influência de ONGs em órgãos públicos
Rebelo criticou a atuação dessas instituições dentro da administração pública, alegando que sua presença prejudica o desenvolvimento econômico e social do país. Segundo ele, o enfrentamento dessas entidades seria necessário para garantir o crescimento nacional.
O ex-deputado também abordou a situação da Amazônia, citando municípios da região que, mesmo com lideranças indígenas, apresentam altos índices de analfabetismo e pobreza.
“O prefeito é índio, o vereador é índio, o secretário é índio, e o lugar tem a maior taxa de analfabetismo do Brasil. Isso mostra que essas ONGs não protegem nada, apenas defendem o próprio caixa. Vivem em Paris, Barcelona, Londres ou São Paulo, enquanto a Amazônia afunda”, criticou.
Aldo Rebelo ressaltou ainda a riqueza natural da região, comparando seu potencial a sua realidade social: “A Amazônia tem a maior fronteira mineral do mundo, a maior reserva de água doce, a maior biodiversidade e ainda assim a população vive na pobreza. Por quê? Porque está condenada à pobreza pela ação dessas ONGs estrangeiras a serviço de interesses internacionais.”