O policial penal Marcelo de Lima foi condenado a 40 anos de prisão pelo assassinato do cinegrafista e torcedor do Fluminense , Thiago Leonel. Ele também foi considerado culpado pela tentativa de homicídio contra Bruno Tonini. O caso aconteceu após uma partida entre Fluminense e Flamengo, em abril de 2023.

A Justiça ainda determinou a perda do cargo público exercido por Marcelo. Apesar da condenação, a defesa ainda pode recorrer da decisão. O crime ocorreu em 1º de abril de 2023, em um bar nas proximidades do estádio do Maracanã, logo após a final do Campeonato Carioca entre Fluminense e Flamengo.

Foto: Reprodução/ Sociais
Policial penal Marcelo de Lima

De acordo com as investigações, o policial penal estava de folga quando iniciou uma discussão com os dois torcedores do Fluminense e efetuou disparos contra eles. Thiago morreu no local depois de ser atingido por nove tiros. Já Bruno Tonini foi socorrido e permaneceu internado por 26 dias.

Segundo a promotoria, a confusão começou após divergências políticas. O policial, que torce para o Vasco, teria afirmado em frente ao bar que “petista é igual flamenguista, tudo burro e ladrão”, provocando reação das vítimas. Depois da discussão, Marcelo sacou a arma e atirou contra os dois.

Thiago Leonel tinha 36 anos, trabalhava como cinegrafista e também era sambista. Ele ficou conhecido por integrar a fundação do grupo Samba pra Roda.

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