Uma semana após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas , de 21 anos, durante um salto de rope jumping no interior de São Paulo , mais três pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no caso. As novas detenções, realizadas pela Polícia Civil, somam-se aos três instrutores presos no dia do acidente.

As investigações levaram a polícia a descobrir que o grupo oferecia saltos de aproximadamente 40 metros por valores de até R$ 180, sem possuir empresa formalizada para a realização da atividade.

Foto: Reprodução/Redes sociais
Maria Eduarda Rodrigues morreu durante salto de rope jump

O caso, que chocou o país no último fim de semana, foi registrado por pessoas que estavam no local. Nas imagens, é possível ver Maria Eduarda sendo conduzida até a plataforma pelos instrutores e, em seguida, lançada sem estar devidamente conectada ao sistema de segurança. As investigações apontam que a checagem dos equipamentos teria sido ignorada antes do salto fatal.

A Polícia Civil reforçou que os organizadores não possuíam qualificação adequada nem empresa regularmente constituída para promover os saltos. Maria Eduarda caiu de uma altura de cerca de 40 metros porque a corda de segurança não foi presa ao seu equipamento. A vítima morreu ainda no local.