Uma greve geral está marcada para quarta-feira (23) da semana que vem contra a decisão do governo de congelar o reajuste dos salários da categoria. A greve foi marcada pelos funcionários públicos, que ficaram indignados com a medida do planalto de congelar por sete meses os salários. A medida deve economizar R$ 7 bilhões aos cofres públicos.
De acordo com o Estadão, para reverter à decisão adotada pelo governo, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) ligada a Central Única dos Trabalhadores (CUT) decidiu na noite de terça-feira (15) pela greve da categoria.
Segundo Sergio Ronaldo da Silva, representante da Condsef, a meta é colocar pressão para derrubar a situação imposta pelo governo. Ao todo são 36 sindicatos reunidos na entidade. Sergio Ronaldo ainda afirmou que no dia 23 haverá manifestações nas ruas.
Greve nacional
O Ministério do Planejamento informou que a maior parte dos grevistas estão localizadas nas 56 universidades federais. Docentes, técnicos administrativos e servidores federais da educação estão em greve há mais de 100 dias. Os servidores do INSS estão ha 70 dias parados.
Após o anúncio do governo, fiscais do Ministério da Agricultura disseram que iriam entrar em greve a partir desta quarta-feira (16).
Divergência
Os ministros da Fazenda, Joaquim Levy e do Planejamento, Nelson Barbosa estão tendo uma divergência com relação ao corte no reajuste dos servidores federais. O ministro Barbosa tem se mostrado contrário a proposta de reajuste zero para os servidores. Alguns interlocutores afirmam que o ministro estaria negociando com as categorias o reajuste mínimo, pois segundo ele, é inviável não dar aumento algum aos servidores.
A volta da CPMF
Na reunião de domingo (13) que durou cerca de três horas, o ministro da Fazenda Joaquim Levy fez uma lista propondo novas ações para ampliar a arrecadação do governo e reduzir os gastos. Em uma das propostas, está à volta da recriação do imposto do cheque, a CPMF. O ministro também frisou o não aumento aos servidores federais em 2016.
De acordo com o Estadão, para reverter à decisão adotada pelo governo, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) ligada a Central Única dos Trabalhadores (CUT) decidiu na noite de terça-feira (15) pela greve da categoria.
Imagem: Estadão
Ministro da Fazenda Joaquim Levy e o ministro do Planejamento Nelson Barbosa
Ministro da Fazenda Joaquim Levy e o ministro do Planejamento Nelson Barbosa Segundo Sergio Ronaldo da Silva, representante da Condsef, a meta é colocar pressão para derrubar a situação imposta pelo governo. Ao todo são 36 sindicatos reunidos na entidade. Sergio Ronaldo ainda afirmou que no dia 23 haverá manifestações nas ruas.
Greve nacional
O Ministério do Planejamento informou que a maior parte dos grevistas estão localizadas nas 56 universidades federais. Docentes, técnicos administrativos e servidores federais da educação estão em greve há mais de 100 dias. Os servidores do INSS estão ha 70 dias parados.
Após o anúncio do governo, fiscais do Ministério da Agricultura disseram que iriam entrar em greve a partir desta quarta-feira (16).
Divergência
Os ministros da Fazenda, Joaquim Levy e do Planejamento, Nelson Barbosa estão tendo uma divergência com relação ao corte no reajuste dos servidores federais. O ministro Barbosa tem se mostrado contrário a proposta de reajuste zero para os servidores. Alguns interlocutores afirmam que o ministro estaria negociando com as categorias o reajuste mínimo, pois segundo ele, é inviável não dar aumento algum aos servidores.
A volta da CPMF
Na reunião de domingo (13) que durou cerca de três horas, o ministro da Fazenda Joaquim Levy fez uma lista propondo novas ações para ampliar a arrecadação do governo e reduzir os gastos. Em uma das propostas, está à volta da recriação do imposto do cheque, a CPMF. O ministro também frisou o não aumento aos servidores federais em 2016.
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