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Coronavírus no Piauí

Vacinação de profissionais da saúde inicia nesta terça em Teresina

A informação foi divulgada pela assessoria de comunicação da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Inicialmente marcada para começar na quarta-feira (20), em Teresina, a Campanha de Vacinação contra a covid-19 foi antecipada e terá início, nesta terça-feira (19), às 14 horas, no Hospital da Primavera. A informação foi divulgada pela assessoria de comunicação da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Na ocasião, serão vacinados os profissionais de saúde que trabalharem na urgência do hospital, que fica localizado na Avenida Duque de Caxias, bairro Primavera, na zona norte da Capital.

Foto: Marcelo Cardoso/GP1Amariles Borba sendo vacinada contra covid-19
Amariles Borba sendo vacinada contra covid-19

Teresina recebeu mais de 11 mil doses da vacina e a distribuição será feita de acordo com a logística montada pela FMS. As seis primeiras doses foram aplicadas em profissionais da área da saúde, em solenidade realizada na tarde dessa segunda-feira (18). Dentre eles, a médica Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS e com 20 anos de serviços prestados à fundação.

Uso emergencial aprovado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na tarde de domingo (17), por unanimidade, o uso emergencial da Coronavac e da vacina de Oxford/AstraZeneca.

A reunião extraordinária que teve início às 10h10 e terminou às 15h20, contou com a votação de cinco diretores: Meiruze Sousa Freitas (relatora); Antonio Barra Torres (diretor-presidente); Cristiane Rose Jourdan Gomes (médica e bacharel em direito); Romison Rodrigues Mota - substituto (servidor da Anvisa); e Alex Machado Campos (advogado).

A diretora da Anvisa e relatora, Meiruze Freitas, votou pela aprovação e destacou que é preciso que o Instituto Butantan assine um termo de compromisso para apresentar dados de imunogenicidade da vacina até 28 de fevereiro (os relatórios sobre o tema foram considerados insuficientes). O termo assinado deve ser publicado em Diário Oficial para que a autorização seja válida.

Já a decisão sobre a vacina de Oxford vale apenas para o uso das 2 milhões de doses que o governo ainda tenta importar da Índia. A decisão valeria após a publicação de extrato ou "ciência oficial" via ofício.

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