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Coronavírus no Piauí

Empresários do setor de eventos pedem retorno das atividades em Teresina

A realização de eventos foi proibida no início da quarentena, ainda em março do ano passado, tendo sido retomada em novembro, mas em janeiro foi novamente suspensa.

Lucas Dias/GP1 Manifestação do setor de eventos na Avenida Frei Serafim Manifestação do setor de eventos na Avenida Frei Serafim
Lucas Dias/GP1 Veículos na Avenida Frei Serafim Veículos na Avenida Frei Serafim
Lucas Dias/GP1 Setor de eventos realiza manifestação em Teresina Setor de eventos realiza manifestação em Teresina
Lucas Dias/GP1 Manifestação do setor de eventos Manifestação do setor de eventos
Lucas Dias/GP1 Fila de veículos na Avenida Frei Serafim Fila de veículos na Avenida Frei Serafim
Lucas Dias/GP1 Luís Júnior Luís Júnior
Lucas Dias/GP1 Magela Ribeiro Magela Ribeiro
Lucas Dias/GP1 Marcos Ximenes Marcos Ximenes
Manifestação do setor de eventos na Avenida Frei Serafim
Veículos na Avenida Frei Serafim
Setor de eventos realiza manifestação em Teresina
Manifestação do setor de eventos
Fila de veículos na Avenida Frei Serafim
Luís Júnior
Magela Ribeiro
Marcos Ximenes

Os empresários e funcionários do setor de eventos realizaram, na manhã desta quarta-feira (24), em Teresina, uma manifestação pelo retorno das atividades. Eles saíram da Universidade Federal do Piauí (UFPI), passaram pela Avenida Frei Serafim e seguiram em carreata até o Palácio de Karnak.

A realização de eventos foi proibida no início da quarentena, ainda em março do ano passado, tendo sido retomada em novembro, mas em janeiro deste ano foi novamente suspensa.

O empresário Marcos Ximenes, da Ellus Cerimonial e Eventos, estava presente no protesto e afirmou que o que todos querem é trabalhar seguindo todos os protocolos. “Estamos querendo trabalhar seguindo todos os protocolos e tenho certeza que a nossa categoria de eventos seguimos todos os protocolos de fato”, afirmou.

Marcos criticou ainda o período eleitoral que, segundo ele, não teve restrições e tudo estava liberando gerando aglomeração. “Pode prestar atenção que nós estamos sendo prejudicados por uma coisa que aconteceu no passado, porque no período das eleições os políticos saíam às ruas levando multidões e não teve fechamento? Por que agora com a gente? Naquela época sim, deveria ter sido fechado, agora nós trabalhamos com protocolos, segurança, com todas as medidas que eles exigem, temos família todos temos contas para pagar, precisamos trabalhar”, pediu.

O funcionário da empresa Casa Rosado, Luís Júnior, também disse que quer trabalhar. “Queremos trabalhar, por que se fechar as portas da empresa como vamos nos sustentar?”, questionou.

Magela Ribeiro não trabalha no setor de eventos, mas participou da manifestação em apoio à categoria. “Eu me solidarizo com todos esses que não estão podendo trabalhar, há pouco meses estávamos vivendo como se não estivessem em pandemia, porque estavam 600 candidatos a vereadores, 10 candidatos a prefeito fazendo reuniões, parecia que não existia pandemia da covid-19”, criticou.

“Eu não estou sofrendo, sou funcionário público estadual, estou trabalhando bem menos, e esses cidadãos que estão reivindicando quem vai pagar o salário deles? Quem vai alimentar os filhos deles? Sabe o que é empatia? É isso que eu tenho pelos meus irmãos”, declarou Magela.

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