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Eleições 2026

Marcelo Castro explica divisão de apoios entre pré-candidatos ao Senado na base de Rafael Fonteles

Marcelo Castro explicou que esse cenário acaba se refletindo na disputa pelas vagas ao Senado.

O senador Marcelo Castro (MDB) afirmou que a diversidade de apoios entre os pré-candidatos ao Senado que integram a base do governador Rafael Fonteles é um reflexo natural da realidade política dos municípios piauienses. Em declaração, o parlamentar comentou o cenário envolvendo sua pré-candidatura à reeleição, a do senador Ciro Nogueira (Progressistas) e a pré-candidatura do deputado federal Júlio César (PSD).

Segundo Marcelo Castro, ele, Júlio César e Rafael Fonteles percorreram mais de 140 municípios piauienses nos últimos meses e constataram uma ampla adesão ao governador, inclusive entre grupos políticos adversários localmente.

Foto: Lucas Dias/GP1Marcelo Castro
Marcelo Castro

“De novembro para cá, eu, Júlio César e o governador Rafael Fonteles visitamos 142 municípios. Na imensa maioria desses municípios, tanto a situação quanto a oposição apoiam o governador Rafael Fonteles. Os que não apoiam são exceção à regra”, declarou.

O senador ressaltou que, em muitos municípios, diferentes grupos políticos mantêm divergências locais, mas convergem no apoio ao chefe do Executivo estadual. “Tem município que tem duas alas que apoiam o governador, três alas que apoiam o governador, quatro alas. Tem município, como Canto do Buriti, em que são cinco alas políticas que divergem entre si, mas todos os cinco grupos votam no governador Rafael Fonteles”, afirmou.

Marcelo Castro explicou que esse cenário acaba se refletindo na disputa pelas vagas ao Senado, com lideranças distribuindo apoio entre diferentes pré-candidatos. “A tendência dessas pessoas é acompanhar o governador Rafael Fonteles. Então, tem gente de todos os partidos políticos e tem os candidatos a senador. Tem eu, o Júlio César e o Ciro Nogueira. O que encontramos pelo Piauí foram muitas lideranças que votam em mim e no Júlio César, algumas que votam em mim e no Ciro Nogueira, outras que votam no Ciro e no Júlio”, disse.

“Como sempre foi na história do Piauí e como sempre deverá ser, exigir ordem unida de um partido de ponta a ponta é muito difícil, sobretudo no pluripartidarismo que nós temos no Brasil, que é exagerado demais”, concluiu o senador.

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