O Ministério do Esporte lamentou por meio de uma nota divulgada na tarde desta sexta-feira (17) a morte de Oscar Schmidt , aos 68 anos. Schmidt foi lembrado como lenda do basquete mundial e por ser conhecido como “Mão Santa”. O ministério citou que Oscar levou o Brasil para o cenário esportivo internacional, "como também inspirou gerações de atletas e apaixonados pelo basquete, tornando-se um símbolo de talento, dedicação e amor ao esporte".
Oscar encerrou a carreira em 2003, aos 45 anos, atuando pelo Flamengo Basquete. Uma década depois, em 2013, foi eternizado no Naismith Memorial Basketball Hall of Fame, nos Estados Unidos.
No último dia 8 de abril, Oscar foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e seu nome foi incluído no Hall da Fama da COB. Ele também integra o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (FIBA).
O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro destacou que Schmidt teve uma trajetória que encheu de orgulho. “Oscar, o nosso querido ‘Mão Santa’ teve uma trajetória esportiva que encheu de orgulho a todos os brasileiros. Com seu desempenho nas quadras do Brasil e do mundo, conseguiu dar ao basquete brasileiro uma visibilidade única. Nesse momento de tristeza para o esporte brasileiro, nos solidarizamos com a família, com os amigos e com os fãs desse grande atleta que jamais será esquecido por nós”.
A pasta se solidarizou com os familiares, amigos, fãs e com a comunidade esportiva, destacando que o legado de Oscar Schimdt permanecerá eterno na história do esporte brasileiro.
Leia a nota na íntegra
"O Ministério do Esporte manifesta profundo pesar pelo falecimento de Oscar Schmidt, ocorrido nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.
Conhecido mundialmente como “Mão Santa”, Oscar foi um dos maiores nomes da história do basquete e um dos maiores atletas do esporte brasileiro. Ao longo de uma carreira brilhante, construiu marcas impressionantes, sendo o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.973 pontos, e o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
Pela Seleção Brasileira, deixou um legado inesquecível, é o maior cestinha da história, com 7.693 pontos. Destaque para a histórica conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, sobre os anfitriões norte-americanos, além de participações memoráveis em cinco edições dos Jogos Olímpicos: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996, sempre com atuações de excelência e protagonismo.
No dia 8 de abril, Oscar foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), com a cerimônia oficial de inclusão do ex-atleta no Hall da Fama da entidade. Ele também faz parte do Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (FIBA).
“Oscar, o nosso querido ‘Mão Santa’ teve uma trajetória esportiva que encheu de orgulho a todos os brasileiros. Com seu desempenho nas quadras do Brasil e do mundo, conseguiu dar ao basquete brasileiro uma visibilidade única. Nesse momento de tristeza para o esporte brasileiro, nos solidarizamos com a família, com os amigos e com os fãs desse grande atleta que jamais será esquecido por nós”, disse o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, que esteve presente na cerimônia de inclusão de Oscar no Hall da Fama.
Nascido em Natal (RN), Oscar Daniel Bezerra Schmidt não apenas elevou o nome do Brasil no cenário esportivo internacional, como também inspirou gerações de atletas e apaixonados pelo basquete, tornando-se um símbolo de talento, dedicação e amor ao esporte.
Neste momento de dor, o Ministério do Esporte se solidariza com familiares, amigos, fãs e toda a comunidade esportiva, expressando suas mais sinceras condolências. Seu legado permanecerá eterno na história do esporte brasileiro e mundial."