Nicolás Maduro, ditador venezuelano, liderou um evento político em Caracas para anunciar um "gabinete especial" com personalidades já conhecidas da ditadura chavista que o ajudarão a "liderar" a "revolução bolivariana".

O comitê será composto por 12 aliados, sendo chefiado por Diosdado Cabello, o principal aliado do regime, atual ministro do Interior e liderança do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). De acordo com o ditador, o grupo assumirá "o mais alto nível das forças políticas, sociais e da revolução bolivariana”, enquanto os Estados Unidos ampliam sua mobilização militar no mar do Caribe e pressionam diretamente Maduro.

Foto: Reprodução/Instagram

Nicolás Maduro

Além de Cabello, Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional (AN, Parlamento) foi nomeado secretário-geral adjunto do gabinete e Héctor Rodríguez, ministro da Educação, foi nomeado secretário de Movimentos Sociais, Poder Popular e Polo Patriótico.

Momentos antes de anunciar o gabinete, o ditador apelou novamente ao povo, citando as ameaças crescentes próximas ao país. Segundo Maduro, "o poder da Venezuela se baseia no povo, em seus fuzis e em sua decisão de construir a pátria".

Maduro tem investido em marchas pelas ruas de Caracas, apelando pela mobilização popular em defesa de seu regime.

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