Ciência e Tecnologia

Isopor se degrada mais rápido do que a ciência pensava, diz estudo

Cinco cientistas descobriram que a luz do sol acelera a degradação do poliestireno em séculos, ou mesmo décadas.

Por  Estadão Conteúdo
- atualizado

Um dos principais componentes da poluição oceânica é menos devastador e mais administrável do que se pensava, de acordo com uma equipe da Instituição Oceanográfica Woods Hole, em Cape Cod, Massachusetts, e do Massachusetts Institute of Technology. Estudos anteriores estimavam que o poliestireno, tipo de plástico onipresente encontrado no lixo, poderia levar milhares de anos para se desintegrar. Mas, em um novo estudo, cinco cientistas descobriram que a luz do sol acelera a degradação do poliestireno em séculos, ou mesmo décadas.

“Quando pensamos em políticas ambientais, costumamos supor que o poliestireno dura para sempre", disse Collin P. Ward, químico marinho do Instituto Woods Hole e principal autor do estudo. O poliestireno, componente que frequentemente é chamado de isopor, é usado na fabricação de copos, canudos, talheres de plástico, embalagens e muitos outros artigos descartáveis de uso diário, que chegam ao lixo às toneladas.

Boa parte desse material vai parar no oceano. Estima-se que uma vasta massa rodopiante de lixo conhecida como Grande Ilha de Lixo do Pacífico, situada entre o Havaí e a Califórnia, ocupe uma área de aproximadamente 700 mil quilômetros quadrados. Muitos países, empresas, grupos e institutos oceânicos, bem como programas das Nações Unidas, trabalharam para proibir o uso de artigos descartáveis e aplicar regras mais rigorosas ao lixo gerado por eles.

Um dos principais componentes da poluição oceânica é menos devastador e mais administrável do que se pensava, de acordo com uma equipe da Instituição Oceanográfica Woods Hole, em Cape Cod, Massachusetts, e do Massachusetts Institute of Technology. Estudos anteriores estimavam que o poliestireno, tipo de plástico onipresente encontrado no lixo, poderia levar milhares de anos para se desintegrar. Mas, em um novo estudo, cinco cientistas descobriram que a luz do sol acelera a degradação do poliestireno em séculos, ou mesmo décadas.

“Quando pensamos em políticas ambientais, costumamos supor que o poliestireno dura para sempre", disse Collin P. Ward, químico marinho do Instituto Woods Hole e principal autor do estudo. O poliestireno, componente que frequentemente é chamado de isopor, é usado na fabricação de copos, canudos, talheres de plástico, embalagens e muitos outros artigos descartáveis de uso diário, que chegam ao lixo às toneladas.

Boa parte desse material vai parar no oceano. Estima-se que uma vasta massa rodopiante de lixo conhecida como Grande Ilha de Lixo do Pacífico, situada entre o Havaí e a Califórnia, ocupe uma área de aproximadamente 700 mil quilômetros quadrados. Muitos países, empresas, grupos e institutos oceânicos, bem como programas das Nações Unidas, trabalharam para proibir o uso de artigos descartáveis e aplicar regras mais rigorosas ao lixo gerado por eles.