Piauí

Kilson Dione diz que empresa de reboque não quer arcar com despesas

Em entrevista ao GP1, nesta segunda-feira (14), o repórter disse que teve um custo avaliado em mais de R$ 100 mil em cirurgias.

Wanessa Gommes
Teresina
Davi Fernandes
Teresina
- atualizado

O repórter Kilson Dione, do Sistema Meio Norte de Comunicação, que sofreu um grave acidente no último dia 28 de dezembro, quando estava retornando do município de Batalha, já teve alta e relatou sobre as dificuldades que vem tendo com a empresa responsável pelo reboque de seu veículo que, de acordo com ele, não quer arcar com os custos do acidente.

Em entrevista ao GP1, nesta segunda-feira (14), o repórter disse que teve um custo avaliado em mais de R$ 100 mil em cirurgias, devido aos machucados que sofreu no acidente e que a empresa não quer arcar com a indenização.

  • Foto: Facebook/ Kilson DioneRepórter Kilson DIoneRepórter Kilson DIone

“Eu tive uma despesa de mais de R$ 100 mil em cirurgias plásticas, cirurgias na cabeça devido ao traumatismo craniano, uma fratura exposta na perna que eu precisei de cirurgia e com isso as despesas chegaram a esse valor, foram quatro dias na UTI. A empresa que realizou o reboque não quer arcar com a minha indenização, então vou passar quatro meses acamado, foram nove costelas fraturadas e tenho agora que me submeter a essa vergonha, desses proprietários dessa empresa que estão faltando com o respeito para com a minha pessoa”, relatou o repórter.

Ainda de acordo com Kilson, no momento em que seu veículo estava sendo rebocado, o motorista do reboque estava dirigindo em alta velocidade: “Ele estava com uma velocidade acima dos 100 km, numa via estreita, eu já tinha pedido pra ele duas vezes pra ir devagar. Era uma pista cheia de curvas, buracos”, afirmou.

Kilson disse ainda que a empresa está dificultando a negociação: “Dr. Ferreira, do Grupo Meio Norte, é quem está tentando negociar com eles, amanhã parece que tem uma nova tentativa. Isso que aconteceu comigo poderia ter acontecido com alguém menos esclarecido e ter ficado por isso mesmo”, declarou.

Ele criticou ainda o fato dos veículos terem sido, segundo ele, retirados do local antes da perícia: “Esses caras de reboques têm que aprender a trabalhar, a respeitar os outros e outra coisa eles retiraram os carros antes que a perícia chegasse ao local, o dono da empresa, que é um policial militar, tirou os carros”, reclamou.

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