Teresina - PI

Mulher morre após ser atropelada por caminhão no bairro Angelim

Conforme o Tenente De Paula, da Polícia Militar do Piauí, a vítima estava em uma motocicleta e tentou fazer uma ultrapassagem, mas o caminhão repentinamente dobrou à esquerda, colidindo com a mulher.

Andressa Martins
Teresina
Brunno Suênio
Teresina
- atualizado

Mulher morre atropelada por caminhão caçamba no Angelim

Uma mulher identificada como Regina da Silva Feitosa, de 48 anos, morreu após ser atropelada por um caminhão no bairro Angelim, na zona sul de Teresina, por volta das 6h desta segunda-feira (6). A vítima estava em uma moto e morreu no momento do acidente. Regina estava usando capacete, mas ele ficou completamente destruído.

Conforme o tenente De Paula, do Batalhão Rodoviário Estadual da Polícia Militar, a vítima estava em uma motocicleta e tentou fazer uma ultrapassagem, mas o caminhão repentinamente dobrou à esquerda, colidindo na mulher. Tanto a moto como o caminhão estavam no sentido Teresina para Nazária.

“Fomos acionados por volta de 6h10 e ao chegarmos no local encontramos essa caçamba Guarujá e essa senhora debaixo do caminhão, já morta. Os dois vinham no sentido Teresina para Nazária e ela ia fazer a ultrapassagem do caminhão, que entrou de repente no sentido da esquerda e pegou ela em cheio e a deixou morta após a batida”, contou o tenente.

Ainda conforme o policial, o motorista do caminhão estava com medo de ser linchado pela população e se evadiu do local. O corpo da vítima foi recolhido e liberado pelo Instituto Médico Legal (IML). O pai da vítima informou ao GP1 que ela residia na Vila do BEC em Timon e que estava indo para a casa do pai buscar seu filho adotivo e, na ocasião, iria aproveitar para fazer a entrega de máscaras de tecido. No caminho aconteceu a tragédia.

O morador Francisco Ferreira, que reside no Loteamento Parque dos Sonhos, disse que os acidentes no local são recorrentes e pede melhorias na via. “Esse trecho está precisando de uma melhoria. Está esse impasse entre a prefeitura e o estado, mas o que não dá para a gente aceitar é que um trecho desse que está dentro da cidade se encontre nessa situação, sem sinalização, cheia de buraco, sem acostamento. Esses veículos de carga pesada vêm pegar material e tem que ser sinalizado aqui. Muitas vidas já foram tiradas, a última foi essa senhora”, finalizou.