Cajueiro da Praia - PI

PF contabiliza R$ 10 milhões em cigarros apreendidos no litoral do Piauí

Ao todo, desde a última apreensão registrada em agosto deste ano, a PF já contabilizou cerca de cinco mil caixas de cigarro apreendidas, material avaliado em aproximadamente R$ 10 milhões.

Brunno Suênio
Teresina
- atualizado

A Polícia Federal apreendeu mais de duas mil caixas de cigarro contrabandeado, que estavam alojadas em uma embarcação que encalhou no litoral do Piauí, a região de Cajueiro da Praia, na semana passada.

De acordo com o delegado Carlos Aberto, chefe da Polícia Federal em Parnaíba, ao todo, desde a última apreensão registrada em agosto deste ano, a Polícia Federal já contabilizou cerca de cinco mil caixas de cigarro apreendidas, material avaliado em aproximadamente R$ 10 milhões (dez milhões de reais).

  • Foto: Divulgação/PF-PIMaterial apreendido pela PF em Cajueiro da PraiaMaterial apreendido pela PF em Cajueiro da Praia

“A Polícia Federal em Parnaíba, na continuidade da Operação La Playa, logrou apreender na última semana algo em torno de duas mil caixas de cigarro, decorrente do encalhe de uma embarcação na região de Cajueiro da Praia, mas imediações de onde ocorreu outro incidente há aproximadamente dois meses. No montante, nós já estamos com mais ou menos 5 mil caixas de cigarros periciados, um prejuízo médio de 10 milhões de reais, além de embarcações e carretas que haverão de ser expropriadas”, explicou.

Ainda de acordo com o delegado, todo o material apreendido está sendo encaminhado para a Receita Federal do Brasil, órgão responsável pela autuação e o perdimento após o procedimento administrativo.

  • Foto: Divulgação/PF-PIMaterial sendo retirado da embarcação encalhadaMaterial sendo retirado da embarcação encalhada

“No campo penal, estão sendo apresentados resultados ao Ministério Público Federal e tempestivamente com os desdobramentos dessa investigação haverão de ser identificados os destinatários e a logística reversa, ou seja, nós faremos o caminho inverso dessa carga para demonstrar a fragilidade ou outros fatores de risco em companhia da Marinha do Brasil, que é a autoridade marítima, das polícias militar e civil, todas integradas em prol de reprimir esse crime não somente ao erário, mas em especial a saúde pública”, pontuou o delegado Carlos Alberto.

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