Política

“Vão acabar se unindo de novo”, diz Fábio Sérvio sobre PP e PT

O candidato a prefeito de Teresina também criticou a oposição entre PT e PSDB, que nas palavras dele, seria algo ensaiado.

Germana Chaves
Teresina
Thais Guimarães
Teresina
Andressa Martins
Teresina
- atualizado

O candidato a prefeito de Teresina Fábio Sérvio, que disputa o cargo pelo PROS, concedeu entrevista ao GP1 nesta quarta-feira (07), onde teceu duras críticas a outros grupos que estão na corrida eleitoral. Uma das principais avaliações do empresário é que o PT e Progressistas, que recentemente romperam aliança, devem acabar juntos novamente.

Para Fábio Sérvio, o Partido dos Trabalhadores e o PP poderão se reconciliar, caso a conjuntura nacional assim exigir. “Eu não duvido disso. Se a conjuntura nacional exigir uma mudança, se houver um sopro diferente de vento, acho que eles vão acabar fazendo isso. Vão acabar se unindo de novo”, colocou.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Fábio SérvioFábio Sérvio

Assim, o candidato acredita que é necessário se colocar como uma terceira via, alternativa aos grupos já consolidados na política. “O que acho que a gente precisa fazer é consolidar uma terceira via real, que faça frente ao Ciro, Wellington e Firmino. Nas últimas eleições os três estiveram juntos”, lembrou.

JVC

Questionado sobre a possibilidade de construir essa “terceira via” ao lado de João Vicente Claudino, Fábio Sérvio afirmou que sim, é possível construir essa alternativa ao junto do ex-senador. “Sim, acho que a gente tem dialogado muito para isso, para construir essa terceira via. Acho que a gente parou um pouco por causa das eleições municipais, mas eu acho que o caminho é a gente começar a ser o ímã para puxar essa vontade das pessoas de construir essa terceira via, que infelizmente poderia ter acontecido em 2020 de uma maneira muito intensa, mas não conseguimos e uma semente foi plantada”, disse.

PT x PSDB

Ainda avaliando as disputas entre alguns partidos, Fábio Sérvio também criticou a oposição entre PT e PSDB, que nas palavras dele, seria algo ensaiado. “Acho que pela conjuntura a gente percebe que é algo ensaiado sim, desde lá de cima, da presença do Ciro Nogueira, até aqui embaixo. Passou pela administração do governo Bolsonaro, teve divergência momentânea, passa pro 2022, para tentar passar que está polarizado”, finalizou.