Economia e Negócios

Volume de serviços cai 2,2% em julho ante junho, aponta IBGE

No mês anterior, o dado foi revisado de uma alta de 6,6% para um avanço mais modesto, de 4,8%. Já a queda de maio ante abril foi revista de 5,0% para 3,4%. 

Por  Estadão Conteúdo
- atualizado

O volume de serviços prestados teve um recuo de 2,2% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, informou nesta sexta-feira, 14, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou próximo do piso do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam de declínio de 2,5% a aumento de 0,4% no levantamento, com mediana de -0,95%.

No mês anterior, o dado foi revisado de uma alta de 6,6% para um avanço mais modesto, de 4,8%. Já a queda de maio ante abril foi revista de 5,0% para 3,4%.

Na comparação com julho do ano anterior, houve queda de 0,30%. Segundo o IBGE, foi o quinto mês seguido de queda nessa base de comparação. O resultado coincidiu com apenas uma de 20 previsões coletadas pelo Projeções Broadcast. E veio bem abaixo do intervalo das estimativas, de elevação de 0,40% a 2,30%, com mediana positiva em 1,50%.

A taxa acumulada pelo volume de serviços prestados no ano ficou negativa em 0,8%, enquanto o volume acumulado em 12 meses registrou perda de 1,0%.

Desde outubro de 2015, o IBGE divulga índices de volume no âmbito da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Antes disso, o órgão anunciava apenas os dados da receita bruta nominal, sem tirar a influência dos preços sobre o resultado. Por esse indicador, que continua a ser divulgado, a receita nominal caiu 0,5% em julho ante junho. Na comparação com julho do ano passado, houve aumento na receita nominal de 3,7%.

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