O diretor do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Costa, o Barêtta , afirmou na manhã desta terça-feira (16) ao GP1 , que vai reunir os inquéritos remanescentes que apuram homicídios de pessoas que foram encontradas mortas com uso de arma branca, na região do Centro de Teresina, para apurar se os casos possuem algum tipo de relação com o assassinato do morador de rua José Carlos Costa Araújo, ocorrido no último dia 19 de novembro de 2025, na Avenida Maranhão.

De acordo com o delegado Barêtta, em razão da semelhança dos crimes e do perfil das vítimas – moradores de rua em sua maioria – o DHPP vai intensificar as diligências, a fim de aprofundar as investigações nos inquéritos que estão sem relatório final, como é o caso do assassinato de Fabiana Visgueira da Silva , de 37 anos, encontrada morta no dia 24 de agosto, com as mãos amarradas e com um ferimento na cabeça, às margens do Rio Parnaíba, também na Avenida Maranhão, zona norte de Teresina.

Foto: Lucas Dias/GP1
Delegado Francisco Costa, o Barêtta, diretor do DHPP

“O que chama atenção nesses casos é a forma brutal como essas pessoas foram assassinadas, com golpes de arma branca, sem uso de arma de fogo. Agora, eu vou reunir esses inquéritos remanescentes que ocorreram naquela região da Avenida Maranhão, para ampliar as investigações e esclarecer se essas pessoas, geralmente, moradores de rua, usuários de drogas estão sendo vítimas de crimes como esse que ocorreu recentemente”, destacou o delegado ao GP1.

Relembre o caso

O corpo de uma mulher identificada como Fabiana Visgueira da Silva, de 37 anos, foi encontrado com as mãos amarradas e sem roupas no final da tarde do dia 24 de agosto, às margens do Rio Parnaíba, no bairro Pirajá, zona norte de Teresina.

Foto: Reprodução/WhatsApp
Fabiana Visgueira da Silva, de 37 anos

De acordo com o diretor do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Barêtta, com a identificação de Fabiana Visgueira da Silva, os policiais do Núcleo de Feminicídio vão aprofundar as investigações e solicitar exames ao Instituto de Medicina Legal (IML) para tentar chegar ao autor do crime.

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