O Núcleo de Feminicídio do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa ( DHPP ) assumiu as investigações, a fim de apurar a morte da jovem de 22 anos, Tainá da Silva Sousa , encontrada sem vida dentro de um apartamento, na noite dessa segunda-feira (21), no residencial Torquato Neto, zona sul de Teresina. O GP1 obteve acesso, com exclusividade, à declaração de óbito que mostra que Tainá da Silva Sousa morreu por asfixia mecânica, ação físico-química e constrição cervical manual (estrangulamento).

A investigação da Polícia Civil vai se debruçar agora sobre as informações apresentadas a partir de exames periciais produzidos no corpo da jovem, que apresentava indícios de morte violenta. O objetivo é atestar ou descartar que Tainá possa ter sido vítima de um feminicídio.

Foto: Reprodução/Instagram
Tainá da Silva Sousa

As informações preliminares dão conta de que familiares entraram em contato com vizinhos de Tainá, após tentarem manter contato com ela na noite dessa segunda-feira, mas sem sucesso. Quando os vizinhos chegaram ao imóvel, se depararam com a jovem já sem vida. A Polícia Militar foi acionada, isolou o local da ocorrência e comunicou o caso ao Departamento de Polícia Científica e DHPP.

Em atendimento no local, os peritos verificaram sinais de morte violenta no corpo de Tainá, que apresentava possíveis ferimentos na região do rosto e pescoço, que apontam para a suspeita de feminicídio.

Sinais estrangulamento

Ouvida pelo GP1 , a delegada Nathália Figueiredo confirmou as informações, porém, destacou que não iria se posicionar sobre o caso, pois a investigação ainda está no início e restam procedimentos e oitivas a serem realizadas, a fim de poder esclarecer as nuances da morte de Tainá da Silva Sousa. “Há indícios de morte violenta. Vamos investigar”, pontuou a delegada.

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