O influenciador político Lytson Breno publicou nesta quinta-feira (11) um vídeo nas redes sociais denunciando supostas agressões praticadas por um homem identificado como Saulo Guimarães contra sua ex-companheira, identificada pelas iniciais D.G.S., e contra a filha do ex-casal, uma criança de 3 anos.

Segundo Lytson, ele tomou conhecimento da situação após receber uma ligação da ex-companheira na noite dessa quarta-feira (10). Conforme o relato, a mulher teria pedido ajuda após sofrer uma nova agressão. Em boletim de ocorrência, ela informou que mora com Saulo desde abril deste ano e que o comportamento dele mudou após o início da convivência.

Em entrevista ao GP1 , o influenciador afirmou que desconhecia os episódios de violência porque a ex-companheira teria sido ameaçada para não revelar o que acontecia. “Eu não sabia de nada. Ela me contou ontem. Minha filha é muito comportada e muito pequena. Nem sabia o que estava acontecendo”, relatou. Lytson também disse ter sido informado de que Saulo teria aplicado um golpe conhecido como “mata-leão” na criança.

De acordo com boletim de ocorrência registrado pela vítima, a agressão mais recente ocorreu após ela questionar o companheiro sobre uma suposta traição. No documento, a mulher relata ainda que, no dia 15 de maio, Saulo teria sufocado a criança enquanto ela chorava e desferido tapas nas crianças que estavam na residência.

No vídeo divulgado nas redes sociais, Lytson também mostrou imagens da casa onde a ex-companheira reside com Saulo. Segundo ele, no local havia uma substância semelhante à maconha. O influenciador afirmou ainda que a mulher era constantemente ameaçada para não revelar os episódios de violência, sob o argumento de que ele utilizaria sua influência nas redes sociais para tornar o caso público.

Saulo está desaparecido desde essa quarta-feira (10). O caso foi registrado na Casa da Mulher Brasileira, em Teresina.

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Denuncie

O GP1 reforça que casos de violência contra mulheres e crianças podem ser denunciados à Polícia Militar, por meio do telefone 190 , ao Disque 180 , voltado ao atendimento de mulheres vítimas de violência, ou ao Disque 100 , canal nacional para denúncias de violações de direitos humanos. As denúncias podem ser realizadas de forma anônima.