Familiares e amigos do segurança Erismar Rodrigues dos Santos , de 47 anos, assassinado a tiros na noite do último dia 10 de julho, em Teresina, vão participar de uma missa de 7º dia em sua homenagem, marcada para esta sexta-feira (17), às 18h, no bairro Piçarra, zona sul da capital.

Familiares destacam a importância do momento de oração em memória de Erismar, lembrado como um homem dedicado à família e aos amigos e que acabou tendo a vida ceifada de forma precoce, em razão de uma vingança sem precedentes. "Intercedamos por ele e em memória do filho, pai, irmão e amigo que ele foi. Sua presença marcou nossas vidas com amor, alegria, cuidado e companheirismo. Seu legado permanece em nossos corações", diz um trecho da mensagem.

Foto: Reprodução/WhatsApp
Erismar Rodrigues dos Santos

Relembre o caso

Erismar Rodrigues dos Santos foi perseguido e morto a tiros na noite de 10 de julho, enquanto trafegava de motocicleta pela Avenida Padre Humberto Pietrogrande, nas proximidades da Ponte Anselmo Dias, na zona sudeste de Teresina. Segundo a Polícia Militar, dois homens em outra motocicleta se aproximaram da vítima e efetuaram diversos disparos. Mesmo baleado, Erismar tentou fugir a pé, mas foi alcançado e executado pelos criminosos.

Foto: Divulgação/PM-PI
Erismar Rodrigues dos Santos

O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Conforme informou o delegado Bruno Ursulino, familiares relataram que a vítima vinha sofrendo ameaças em razão de um desentendimento envolvendo a suposta paternidade de uma criança.

Prisão do acusado

O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu na manhã desta quarta-feira (15) Ítalo Rangel da Costa, acusado de assassinar o atual companheiro da sua ex-mulher, o segurança Erismar Rodrigues dos Santos, que foi perseguido e morto a tiros em uma emboscada na Avenida Padre Humberto Pietrogrande, nas proximidades da Ponte Anselmo Dias, na zona sudeste de Teresina, na última sexta-feira (10).

Foto: Reprodução/WhatsApp
Ítalo Rangel da Costa

Em razão da grande repercussão do caso, Ítalo Rangel resolveu procurar o DHPP, acompanhado de seu advogado, para prestar esclarecimentos sobre o crime. No entanto, não contava que, contra ele, já havia um mandado de prisão temporária expedido pelo Poder Judiciário, representado pelo delegado Bruno Ursulino, que conduz as investigações.

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