A pré-candidata a deputada federal pelo MDB, Delegada Anamelka , afirmou que a experiência na Polícia Civil será um dos principais pilares de sua atuação política. Em entrevista à TV GP1 , ela falou sobre os desafios da disputa eleitoral e as propostas que pretende defender caso seja eleita para a Câmara dos Deputados.
Durante a entrevista, Anamelka destacou a trajetória na segurança pública, onde atuou como delegada da Polícia Civil e esteve à frente da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e do Departamento Estadual de Proteção à Mulher no Piauí. Segundo ela, essa vivência contribuiu para ampliar a compreensão sobre as demandas da população e reforçou o compromisso com políticas públicas voltadas à proteção dos cidadãos.
A pré-candidata também apontou temas que considera prioritários para o debate no Congresso Nacional. Entre eles, defendeu a criminalização do assédio moral, argumentando que a medida pode fortalecer a proteção às vítimas e ampliar os mecanismos de responsabilização dos autores dessa prática.
"Eu tive a oportunidade de propor e participar de políticas públicas que ganharam destaque. Inclusive, recebemos um prêmio em nível nacional concedido pelo Polo Brasileiro de Segurança Pública, porque desenvolvemos, de forma pioneira aqui no Piauí, a metodologia investigativa do feminicídio. Foi no Piauí que foi criada a primeira delegacia especializada na investigação de feminicídios, e eu tive o privilégio de estar à frente desse trabalho. Isso gerou dados importantíssimos e colocou o estado em posição de destaque. Fico feliz por fazer parte desse contexto da segurança pública e por perceber a revolução que vem acontecendo. Eu faço parte desse grupo e, para estar nele como mulher, é preciso ter muita coragem. Eu me defino como uma mulher de coragem", afirmou a pré-candidata, em entrevista à TV GP1 .