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Ebserh se posiciona sobre greve dos servidores do HU

a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) divulgou uma nota onde informa que vai continuar as negociações com os empregados.

Após o início da greve de médicos, enfermeiros e técnicos administrativos, na manhã desta quarta-feira (20), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) divulgou uma nota onde informou que vai continuar as negociações com os empregados, visando finalizar o Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017.

De acordo com a nota, “em reunião, foi oferecido reajuste de 8% nos salários dos funcionários e de 9% nos benefícios. Foi apresentada a possibilidade de trabalho em turnos de 12h/36h para a área assistencial no período diurno e cinco dias por ano para acompanhamento de familiar em consulta/exame médico”.
Imagem: Lucas Dias/GP1Hospital Universitário(Imagem:Lucas Dias/GP1)Hospital Universitário
Com a rejeição da proposta pela categoria, a Ebserh afirmou que “continua aberta ao diálogo e em busca de novas alternativas visando a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho”.

Sobre o funcionamento da unidade, a Ebserh informou que “sendo a assistência médica e hospitalar considerada um serviço essencial, em cumprimento à legislação, o HU-UFPI está tomando todas as providências cabíveis para a manutenção da prestação dos serviços para pacientes internados, que lhes garantam segurança no atendimento”.

Após iniciarem a greve, uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou nesta quarta-feira que 75% dos trabalhadores dos Hospitais Universitários que estão em greve estejam em atividade durante a paralisação. A decisão entra em vigor já nesta quinta-feira (21).

Outro lado

O delegado sindical, Luciani Vieira, informou ao GP1 que “após a rejeição do reajuste oferecido à categoria, não houve abertura para uma nova mesa de negociações”. Sobre a decisão do Tribunal Superior do Trabalho, o sindicalista afirmou que “a categoria está aguardando o posicionamento da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CondSef), para definir se vai continuar ou não a manifestação”.

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