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Lojistas do Shopping da Cidade não irão seguir decreto, diz sindicato

De acordo com o presidente do sindicato dos microempreendedores, Péricles Veloso, cerca de 1.860 empreendimentos deverão abrir as portas amanhã.

Alef Leão/GP1 Presidente do sindicato dos microempreendedores de Teresina, Péricles Veloso Presidente do sindicato dos microempreendedores de Teresina, Péricles Veloso
Alef Leão/GP1 Lojistas realizam protesto em frente ao Palácio de Karnak Lojistas realizam protesto em frente ao Palácio de Karnak
Alef Leão/GP1 Categoria realiza um protesto na manhã desta terça-feira (23) Categoria realiza um protesto na manhã desta terça-feira (23)
Alef Leão/GP1 Protesto de permissionários e ambulantes Protesto de permissionários e ambulantes
Alef Leão/GP1 Manifestação foi pacífica Manifestação foi pacífica
Presidente do sindicato dos microempreendedores de Teresina, Péricles Veloso
Lojistas realizam protesto em frente ao Palácio de Karnak
Categoria realiza um protesto na manhã desta terça-feira (23)
Protesto de permissionários e ambulantes
Manifestação foi pacífica

Permissionários do Shopping da Cidade, ambulantes do Troca-Troca e comerciantes do Mercado Velho, em Teresina, não deverão seguir o decreto do Governo do Estado, que determina a suspensão das atividades econômicas presenciais não-essenciais no período de 24 de fevereiro a 07 de março de 2021.

De acordo com o presidente do sindicato dos microempreendedores de Teresina, Péricles Veloso, cerca de 1.860 empreendimentos deverão abrir as portas amanhã em protesto à medida restritiva imposta pelo Governo do Estado. Com o decreto, fica proibido o funcionamento de shoppings centers, lojas do centro, escolas e igrejas. Bares e restaurantes só poderão funcionar da forma delivery durante estes doze dias. Já as academias poderão funcionar, pois as atividades físicas foram incluídas como essenciais.

“Nós vamos abrir, ninguém vai fechar o Shopping. São 1.860 empreendimentos, mais o troca-troca, pessoal do mercado velho, vai todo mundo abrir suas lojas, suas barraquinhas. Queremos mostrar para o governo que quem manda somos nós, infelizmente temos que aturar a incompetência desse governo. Não vamos seguir o decreto não, a não ser que eles queiram bancar uma mesada para todo esse pessoal aqui ficar em casa”, explica o presidente do sindicato.

Protesto

A categoria realiza um protesto na manhã desta terça-feira (23), que deu início em frente ao Palácio de Karnak e deve seguir para a Avenida Maranhão, onde fica o Shopping da Cidade e o Troca-Troca. Para o representante, a decisão de fechar parte do comércio é desigual e prejudica os pequenos comerciantes que dependem das vendas para sobreviver.

“Nós vamos lutar até o fim, vamos resistir. São 3 mil famílias que dependem disso e não vamos abrir mão, vamos manter o nosso trabalho, essas pessoas vendem hoje para ter o que comer amanhã. É muito fácil chegar aqui e mandar fechar, o que esse pessoal vai comer amanhã? Os ambulantes que vendem suas coisas, sua água mineral, seu cafezinho, eles precisam disso. Essa decisão é individualista, se é para fechar porque não fecha tudo então? Por que os supermercados que têm muito mais aglomeração vão poder ficar abertos? Não tem condição de seguir esse decreto”, finalizou.

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