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Empresário denuncia furto de fios de cobre em subestação em Teresina

O caso foi registrado neste sábado (03), no bairro Piçarra, zona sul de Teresina.

O empresário do setor de energia elétrica, Wildison Carlos, denunciou ao GP1 neste sábado (03) o furto de fios de cobre em um armário de medição indireta de uma subestação localizada na Rua Desembargador José Messias, no bairro Piçarra, zona sul de Teresina.

De acordo com Wildison Carlos, os fios de cobre têm sido furtados frequentemente por conta do alto valor de mercado e nem mesmo as estruturas de maior porte têm escapado da ação de pessoas com certo grau de conhecimento técnico, que rompem os armários e furtam os cabos que se estendem até o transformador, localizado no poste.

Foto: DivulgaçãoCabo de cobre cortado dentro do armário (à esquerda) e no poste (à direita)
Cabo de cobre cortado dentro do armário (à esquerda) e no poste (à direita)

No caso mais recente, ocorrido neste sábado, ele conta que foram levados cerca de 10 metros de material. “Isso deve ter sido durante a madrugada. No local, funciona uma igreja e como o empreendimento é grande há uma subestação com transformador próprio. O armário fica fora do imóvel com um selo da Equatorial, que é difícil de romper, a menos que se tenha um alicate de corte ou coisa parecida, mas ainda assim a pessoa conseguiu romper e cortou o cabo de 95 mm na parte interna do armário, depois subiu no poste e cortou na saída do transformador também”, explicou.

Foto: DivulgaçãoArmário de medição indireta de subestação
Armário de medição indireta de subestação

Wildison Carlos relatou que um Boletim de Ocorrência foi registrado no 6º Distrito Policial. Para ele, os furtos podem estar sendo cometidos por pessoas com conhecimento específico.

“Isso pode estar sendo cometido por profissional da própria área que sabe que o cobre possui um valor muito alto. Antes da pandemia o quilo custava R$ 7,00 e hoje o quilo do cobre está em torno de R$ 32,00 e nós já temos essas informações, pois quem está comprando esse cobre é o sucateiro. Eu estou com o B.O registrado e vou provocar a Equatorial, pois a responsabilidade desses armários é mútua, tanto do cliente como da Equatorial. A Equatorial não aceita que nós coloquemos nenhum dispositivo de segurança depois que o armário está instalado na parede, como uma grade de proteção. Então, a gente vai provoca-la porque ela tem que aceitar essa sugestão”, pontuou o empresário.

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