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Corretor de veículos atirou em bandidos antes de ser morto, diz DHPP

Segundo o delegado Barêtta, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os acusados sabiam que a vítima estava armada.

O delegado Francisco Costa, mais conhecido como Barêtta, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) contou ao GP1, nessa quinta-feira (03), que o corretor de veículos Francisco Ismael Rodrigues Soares, de 37 anos, reagiu e chegou a efetuar um disparo de pistola contra os acusados que o executaram nessa quarta-feira, 02, em frente a uma loja na Avenida Barão de Gurguéia, zona sul de Teresina.

Conforme o delegado, os acusados já foram sabendo que a vítima estava armada. Após a consumação do homicídio os suspeitos levaram a pistola que estava na mão do corretor de veículos.

  • Foto: Alef Leão/GP1Delegado Francisco Costa, o BarêttaDelegado Francisco Costa, o Barêtta

“Eles foram lá com objetivo, que era o de matar. A vítima estava armada, chegou a sacar a pistola que ela usava, efetuou um disparo, mas eles como estavam em vantagem acabaram logrando êxito do crime. Eles sabiam que a vítima usava pistola”, destacou Barêtta.

Francisco Ismael estava sendo monitorado

Em entrevista exclusiva ao GP1, nesta quinta-feira (03), o delegado Francisco Costa, mais conhecido como Barêtta, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) revelou que Francisco Ismael Rodrigues Soares, de 37 anos, executado em frente a uma loja na Avenida Barão de Gurguéia, já estava tendo seus passos monitorados pelos assassinos.

  • Foto: Reprodução/WhattsappFrancisco IsmaelFrancisco Ismael

“A cena é de uma execução sumaria, de um crime planejado, e devidamente premeditado. Ou seja, não foi um crime casual, a vítima estava sendo monitorada. Eles estavam encapuzados, tomaram uma série de cuidados, mas esqueceram de alguns pequenos detalhes, e são esses detalhes que estão direcionando a nossa investigação”, afirmou Barêtta.

Relação com facção criminosa

O delegado Hildson Rodrigues, do DHPP, contou ao GP1, que o crime pode ter relação com facções criminosas, mas ressaltou que só a investigação poderá confirmar possível relação com outros crimes. “O crime pode ter relação com facções criminosas. Fica bem nítido a certeza da execução, a vontade de ceifar a vida e talvez uma vingança por parte dos acusados”, afirmou.

  • Foto: Marcelo Cardoso/GP1Delegado Hildson Rodrigues Delegado Hildson Rodrigues

Criminosos destruíram o carro utilizado no crime

Conforme Hilton Barbosa, agente da Polícia Civil do Piauí, o veículo modelo Renault Sandero foi abandonado e incendiado pelos criminosos logo após o crime, em uma estrada vicinal próximo à rodovia que dá acesso ao bairro Alegria, zona sul de Teresina.

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