A divulgação do relatório final da Polícia Federal sobre a morte de Fernanda Lages Veras, que apontou que a jovem cometeu suicídio ou sofreu uma queda acidental, fez parte de mais um capítulo do caso que já fez um ano e um mês. Um mistério que não tem fim, gerou mais polêmica e deixa muitos piauienses com dúvidas sobre o que realmente aconteceu com a jovem.
O delegado da Polícia Federal, Edilson Freitas, que veio de São Paulo para cuidar do caso, deixou claro que tem convicção do trabalho realizada pela sua equipe e que o resultado apontado foi mostrado através de provas e não boatos.
Segundo a investigação realizada pela Polícia Federal, Fernanda Lages já conhecia o prédio e teria estado nele pelo menos 3 vezes e foram encontradas até imagens dentro do prédio que são iguais as tatuagens da jovem, além disso Fernanda tomava um remédio para enxaqueca que ingerido junto com o álcool poderia causar uma reação suicida. Essa foi a resposta dada pela Polícia Federal após 10 meses de investigação.
Apesar de ser uma polícia conhecida por ter um grande aparato tecnológico e por prender os maiores corruptos, bandidos e terroristas do Brasil e até mesmo de outros países, a investigação continuou deixando dúvidas nos piauienses. Pessoas que questionam, por exemplo, porque uma jovem como Fernanda Lages já teria visitado o prédio em obras do Ministério Público Federal? O quê e com quem ela já teria ido lá?.
Além dessas e outras dúvidas, os promotores Ubiraci Rocha e Eliardo Cabral já foram aos meios de comunicação dizer que acreditam somente no homicídio. O promotor Eliardo Cabral disse na última quinta-feira (20) que “um dos assassinos” estaria na Bahia e com “a cara cheia de botox” com o intuito de dificultar o seu reconhecimento. O promotor ainda acredita na participação de pelo menos 3 pessoas no crime, mesmo que as investigações das polícias civil e federal, através de perícias, não identificarem ninguém no prédio, além de Fernanda.
A família inconformada, não desiste da tese de homicídio e sofre sem saber o que aconteceu com a universitária e se negam a acreditar que Fernanda, com 19 anos, conhecida por sua alegria, por sempre ir a festas, por ser divertida, estivesse tão triste ao ponto de se jogar do prédio do Ministério público. Em entrevista ao portal GP1, o pai de Fernanda, Paulo Lages, deixou claro que “nada que a polícia federal disser vai diminuir a dor que eu sinto todos os dias”.
O advogado da família, Lucas Villa, defendeu na última sexta-feira (21) que existe um psicopata solto na sociedade. Esse psicopata seria um amigo de confiança de Fernanda. O advogado afirmou acreditar que Fernanda subiu no prédio voluntariamente e que teria até subido na mureta do prédio por vontade própria, mas teria sido empurrada por essa pessoa. Lucas Villa ainda mandou um recado para o suposto assassino de Fernanda. “Eu não vou desistir de você”, disse Lucas Villa durante entrevista coletiva.
Duas importantes instituições policiais apontaram a mesma coisa, Fernanda cometeu o suicídio ou teve uma morte acidental. Os promotores e a família não acreditam nisso e já afirmaram que vão lutar para descobrir o que realmente aconteceu com a jovem, no caso eles defendem a tese do homicídio. A verdade é que a entrega do relatório só deixou mais dúvidas, gerou mais polêmica e muitos se negam a acreditar no resultado das duas polícias.
Nas redes sociais, muitas pessoas manifestaram estarem desapontadas com o resultado e se negam a acreditar na tese do suicídio. Pelo Facebook, existem várias manifestações contrárias ao relatório da Polícia Federal.
O delegado Edilson Freitas, em coletiva de imprensa, afirmou que Fernanda Lages subiu na mureta do prédio, ajeitou o vestido e..... depois disso, só ela poderia dizer o que aconteceu. Ela poderia ter desistido e sem querer caído ou cumpriu o que queria, e se jogou. O pior é que o delegado está certo, no meio de tantas dúvidas, provavelmente só a própria Fernanda Lages sabe o que aconteceu no dia 25 de agosto de 2011, no prédio em obras do Ministério Público Federal.
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Imagem: Divulgação
Fernanda Lages
Fernanda LagesO delegado da Polícia Federal, Edilson Freitas, que veio de São Paulo para cuidar do caso, deixou claro que tem convicção do trabalho realizada pela sua equipe e que o resultado apontado foi mostrado através de provas e não boatos.
Segundo a investigação realizada pela Polícia Federal, Fernanda Lages já conhecia o prédio e teria estado nele pelo menos 3 vezes e foram encontradas até imagens dentro do prédio que são iguais as tatuagens da jovem, além disso Fernanda tomava um remédio para enxaqueca que ingerido junto com o álcool poderia causar uma reação suicida. Essa foi a resposta dada pela Polícia Federal após 10 meses de investigação.
Imagem: Francyelle Elias/GP1
Policiais Federais
Policiais FederaisApesar de ser uma polícia conhecida por ter um grande aparato tecnológico e por prender os maiores corruptos, bandidos e terroristas do Brasil e até mesmo de outros países, a investigação continuou deixando dúvidas nos piauienses. Pessoas que questionam, por exemplo, porque uma jovem como Fernanda Lages já teria visitado o prédio em obras do Ministério Público Federal? O quê e com quem ela já teria ido lá?.
Além dessas e outras dúvidas, os promotores Ubiraci Rocha e Eliardo Cabral já foram aos meios de comunicação dizer que acreditam somente no homicídio. O promotor Eliardo Cabral disse na última quinta-feira (20) que “um dos assassinos” estaria na Bahia e com “a cara cheia de botox” com o intuito de dificultar o seu reconhecimento. O promotor ainda acredita na participação de pelo menos 3 pessoas no crime, mesmo que as investigações das polícias civil e federal, através de perícias, não identificarem ninguém no prédio, além de Fernanda.
Imagem: Manuela Coelho/GP1
Ubiraci Rocha e Eliardo Cabral
Ubiraci Rocha e Eliardo CabralA família inconformada, não desiste da tese de homicídio e sofre sem saber o que aconteceu com a universitária e se negam a acreditar que Fernanda, com 19 anos, conhecida por sua alegria, por sempre ir a festas, por ser divertida, estivesse tão triste ao ponto de se jogar do prédio do Ministério público. Em entrevista ao portal GP1, o pai de Fernanda, Paulo Lages, deixou claro que “nada que a polícia federal disser vai diminuir a dor que eu sinto todos os dias”.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Josélia e Paulo Lages, pais de Fernanda Lages
Josélia e Paulo Lages, pais de Fernanda LagesO advogado da família, Lucas Villa, defendeu na última sexta-feira (21) que existe um psicopata solto na sociedade. Esse psicopata seria um amigo de confiança de Fernanda. O advogado afirmou acreditar que Fernanda subiu no prédio voluntariamente e que teria até subido na mureta do prédio por vontade própria, mas teria sido empurrada por essa pessoa. Lucas Villa ainda mandou um recado para o suposto assassino de Fernanda. “Eu não vou desistir de você”, disse Lucas Villa durante entrevista coletiva.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Advogado Lucas Villa
Advogado Lucas VillaDuas importantes instituições policiais apontaram a mesma coisa, Fernanda cometeu o suicídio ou teve uma morte acidental. Os promotores e a família não acreditam nisso e já afirmaram que vão lutar para descobrir o que realmente aconteceu com a jovem, no caso eles defendem a tese do homicídio. A verdade é que a entrega do relatório só deixou mais dúvidas, gerou mais polêmica e muitos se negam a acreditar no resultado das duas polícias.
Nas redes sociais, muitas pessoas manifestaram estarem desapontadas com o resultado e se negam a acreditar na tese do suicídio. Pelo Facebook, existem várias manifestações contrárias ao relatório da Polícia Federal.
Imagem: Reprodução
Mensagens na página do facebook de Fernanda Lages
Mensagens na página do facebook de Fernanda LagesImagem: Reprodução
Cartaz é divulgado no Facebook
Cartaz é divulgado no FacebookO delegado Edilson Freitas, em coletiva de imprensa, afirmou que Fernanda Lages subiu na mureta do prédio, ajeitou o vestido e..... depois disso, só ela poderia dizer o que aconteceu. Ela poderia ter desistido e sem querer caído ou cumpriu o que queria, e se jogou. O pior é que o delegado está certo, no meio de tantas dúvidas, provavelmente só a própria Fernanda Lages sabe o que aconteceu no dia 25 de agosto de 2011, no prédio em obras do Ministério Público Federal.
Imagem: Reprodução
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Bárbara Rodrigues
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